Apreciações Musicais - ESC2015: Chipre




JOHN KARAYIANNIS - "ONE THING I SHOULD HAVE DONE"



André Sousa: O instrumental é a única coisa que se safa e mesmo assim nada de especial. Parece uma canção que se ouve num pub inglês em que só estão velhotes sentados a beber a sua cerveja e a vaguear nos pensamentos da vida.

Andreia Fonseca: Pode existir quem considere esta música relaxante, calma ou até “fofinha”. Para mim, não passa de um tema aborrecido, incaracterístico e que parece uma cover de um de uma boysband qualquer.

Catarina Gouveia: O Chipre continua a ser um país que dá a impressão de que tanto pode estar na Eurovisão como não, porque parecem sempre marimbar-se para os temas que mandam, salvo raras exceções. Isto, para mim, não tem ponta por onde se pegue. É mesmo para dormir.

Cláudia Peres de Matos: Não é que eu odeie assim tanto esta balada. Mas compreendo o seu insucesso, por ser tão enfadonha.

Diogo Canudo: O instrumental pouco ou nada tem de interessante. Parece algo copiado de uma música de há 20 anos.

Elizabete Cruz: Sei que muitas pessoas acham este instrumental extremamente chato, no entanto eu gosto bastante dele. A questão é que não o considero enquadrado com a Eurovisão. Ainda assim, adoro fechar os olhos e ficar a relaxar com a música.

Jessica Mendes: É uma melodia simples e bonita mas podia ser bem melhor aproveitada. A parte em que supostamente a canção “explode” a meu ver está mal construída. Além disso o refrão soa-me a outra música qualquer (não sei especificar qual, mas soa).

Joana Martins: Boring todos os dias. 

Rita Pereira: Muito simples, faz-nos viajar a 2004 e a “Stronger every minute”, com menor qualidade, claro.


André Sousa: Quando à voz o que há para dizer? Monocórdica, insossa, chata e parece que estou a ouvir uma declaração de amor à janela de quem se derrete por pouco.

Andreia Fonseca: É verdade que o intérprete não desafina muito, mas também a música é tão linear que acaba por nem se tornar desafiante. 

Catarina Gouveia: Normalíssima, uma voz romântica meets abichanada.

Cláudia Peres de Matos: A voz do intérprete é boa, mas o instrumental não é o adequado para a fazer sobressair. 

Diogo Canudo: Uma voz boa, mas que não tem nada de especial.

Elizabete Cruz: A voz é perfeitamente adequada com o instrumental. É extremamente suave, quase diria romântica, e é um prazer ficar a ouvi-la. 

Jessica Mendes: Fraquinha. Parece-me muito “falsificada” para a música em si. Não é capaz de acompanhar a explosão da música.

Joana Martins: É fofa, mas nada por aí além. 

Rita Pereira: Uma boa voz masculina, mas nada de extraordinário.


André Sousa: O que posso esperar disto? Algo insonso e sem qualquer tipo de piada.

Andreia Fonseca: Aborrecido… Este vai ser o momento onde vou dar banho ao gato.

Catarina Gouveia: Estou a prever uma atuação muito Bélgica 2010 – músicas e atuações igualmente aborrecidas que dói.

Cláudia Peres de Matos: Penso que falta alguma expressividade e a transmissão de sentimentos para o público. 

Diogo Canudo: Não acredito que algo vá ser melhorado neste campo. Deve ser ele em frente ao microfone e cantar.

Elizabete Cruz: Não aconteceu nada naquele palco, mas sinceramente não acho que possa acontecer. A música é tão calminha que qualquer coisa que façam vai ficar desenquadrada. É só colocar lá o cantor e esperar que ele dê o melhor de si!

Jessica Mendes: Também muito fraca. O Chipre que não pense que passa à final com um geek com uma lambidela de vaca no cabelo no meio de um palco a tentar encantar as raparigas. A mim pelo menos não me encantou minimamente.

Joana Martins: Espero que trabalhem nisto, senão isto vai ser uma tragédia cipriota… 

Rita Pereira: O artista é competente na forma como se move em palco, para a canção


André Sousa: O amor reina em toda a letra mas… não poderiam ter apostado numa sonoridade mais apelativa? Numa coisa mais “profissional”?

Andreia Fonseca: A típica e banal letra romântica. No entanto, acredito que possa emocionar os corações mais sensíveis.

Catarina Gouveia: Letra e instrumental feitos um para o outro. Sem sal e aborrecidos!

Cláudia Peres de Matos: O poema está muito bem construído. Há uma ordem de ideias engraçada. E é o que mais gosto desta proposta. 

Diogo Canudo: Apesar de estar bem escrito, é um poema sem criatividade e algo que parece copiado de tantas músicas dos Backstreet Boys.

Elizabete Cruz: A típica letra do “deste-me tudo e eu não retribuí”. É uma letra bonita, que combina bem com a melodia, mas nada de especial.

Jessica Mendes: Espero que ela (se ela existir) não o desculpe pelas coisas que ele não fez e devia ter feito. As desculpas não se pedem…

Joana Martins: Para fazerem letras pirosas ao menos que seja na língua materna. 

Rita Pereira: Mais uma simples mas bonita letra sobre o tema preferido dos letristas eurovisivos: o amor.


André Sousa: Espero bem que fique pela semi-final. Isto é música de embalar ou de “fazer bebés”.

Andreia Fonseca: Embora seja aborrecido, este tema tem o perfil ideal para surpreender na hora da votação – típico tema desinteressante que desperta interesse nos mais distraídos.

Catarina Gouveia: Quero continuar a acreditar que isto não passa.

Cláudia Peres de Matos: Fica na semifinal.  

Diogo Canudo: Fica pela semifinal.

Elizabete Cruz: Apesar de gostar da música, não acho que passe à final.

Jessica Mendes: O Chipre vai ficar-se novamente pela semifinal.

Joana Martins: Não acredito que passe à final. 

Rita Pereira: Uma passagem assegurada – e merecida – à final.


André Sousa: 1 ponto

Andreia Fonseca: 4 pontos

Catarina Gouveia: 2 pontos

Cláudia Peres de Matos: 4 pontos

Diogo Canudo: 1 pontos

Elizabete Cruz: 5 pontos

Jessica Mendes: 2 pontos

Joana Martins: 3 pontos

Rita Pereira: 7 pontos

Total: 29 pontos


André Sousa: “Oh, Chipre, tu desgraças-te a ti próprio filho.”

Andreia Fonseca: Intervalo para um belo xixizinho. 

Catarina Gouveia: Uma coisa que devias ter feito? Ficado em casa!

Cláudia Peres de Matos: Não quero mais almofadas, tenho muitas no meu sofá. 

Diogo Canudo: Por amor da Santa Pechenica!

Elizabete Cruz: Simplicidade também é bom!

Jessica Mendes: Uma coisa que devias ter feito era calares-te. 

Joana Martins: Alguém que compare isto com o Tom Dice e é esganado no minuto a seguir. 

Rita Pereira: “Less is more”


 Azerbaijão - 87 pontos;  Israel - 86 pontos;  Suécia - 80 pontos;  Estónia - 79 pontos;  Montenegro - 73 pontos;  Albânia - 73 pontos;  Bielorrússia - 70 pontos;  Noruega - 68 pontos;  Geórgia - 61 pontos; 10º Islândia - 58 pontos; 11º Rússia - 58 pontos; 12º Malta - 56 pontos; 13º Irlanda - 55 pontos; 14º Roménia - 54 pontos; 15º Lituânia - 54 pontos; 16º Suíça - 52 pontos; 17º Portugal - 51 pontos; 18º Letónia - 50 pontos; 19º Grécia - 50 pontos; 20º Macedónia - 48 pontos; 21º Sérvia - 47 pontos; 22º Bélgica - 46 pontos; 23º República Checa - 45 pontos; 24º Holanda - 43 pontos; 25º Dinamarca - 35 pontos; 26º Arménia - 35 pontos; 27º Chipre - 29 pontos; 28º Moldávia - 23 pontos; 29º Hungria - 22 pontos; 30º São Marino - 16 pontos; 31º Finlândia - 5 pontos.


Vídeo: Eurovision.tv
24/04/2015

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