Apreciações Musicais - ESC2015: Islândia




MARIA ÓLAFS - "UNBROKEN"



André Sousa: O instrumental é bastante alegre e ritmado. Todo ele confere um ambiente bastante apelativo que faz com que se fique rendidos ao que estamos a ouvir. A Islândia nisso é perita, já não é a primeira representação que me chama a atenção pelo instrumental repleto de vivacidade. 

Andreia Fonseca: Banal, banal, banal… Mesmo assim, é aceitável para entreter durante três minutos.

Catarina Gouveia: Começo a fartar-me deste estilinho de música que não sei bem definir mas que grita por “sou livre, sou selvagem”, muito Dinamarca 2013. Não me aquece nem me arrefece, sinceramente.

Cláudia Peres de Matos: Melodia de conto de fadas. É uma canção bem ao estilo de um JESC.  

Diogo Canudo: É um tema morno. Destaca pela sua positividade, no entanto não tem nada que a distinga de todas as outras. É uma pena.

Elizabete Cruz: Gosto muito deste instrumental, apesar de não ser nada de especial. Mesmo que não tenha grandes momentos, é muito agradável de se ouvir.

Jessica Mendes: O refrão parece-me demasiado típico de balada, no entanto o restante está muito bem pensado se bem que podia ter sido mais trabalhado.

Joana Martins: É interessante mas nada demais. 

Rita Pereira: Forte, mas não se distingue de muitas das canções Pop que já ouvimos nas finais nacionais e no Festival nos últimos anos, nomeadamente dos países nórdicos.


André Sousa: A voz é tão melodiosa que me atrevo a dizer que é das vozes mais chamativas que ouvi na minha vida. 

Andreia Fonseca: Isto é muito agudo para os meus ouvidos. Mas a interpretação é minimamente competente.

Catarina Gouveia: É tão irritante quem nem consigo analisar decentemente.

Cláudia Peres de Matos: Voz jovem e promissora. No entanto, é demasiado aguda e infantil para os meus ouvidos, e, nestes casos, o nervosismo costuma afetar a performance. 

Diogo Canudo: Gosto muita da voz da Maria. Ainda é muito jovial, o que dá o ar da sua graça.

Elizabete Cruz: Apesar de o instrumental não ser forte, pedia mais força vocal. Acho que a voz de María acaba por se perder um pouco no meio da música.

Jessica Mendes: É uma voz simples, mas que soa bem tanto nos graves como nos agudos. 

Joana Martins: Fraquinha. É o coro que praticamente dá alguma força a isto. 

Rita Pereira: Muito segura, afinada e suave – deve manter-se para a atuação em maio.


André Sousa: Gosto tanto da postura da Maria. Mostra uma jovialidade e uma alegria incrível. Não sei se é pelo jeito dela mas é uma interpretação cheia de vida, cheia de luz.

Andreia Fonseca: Boa apresentação cénica, este é provavelmente o ponto forte da atuação. Mas lá porque a cantora vai descalça e tem uma carinha laroca não quer dizer que seja uma Emmelie de Forest.

Catarina Gouveia: Achei a atuação na final nacional uma criançada. Vamos lá melhorar, sim? Sim, pelo menos nos trapinhos de ir ao batizado da prima.

Cláudia Peres de Matos: Falta uma envolvência maior da intérprete na coreografia. É uma música que dava perfeitamente para criar algo fluido em termos visuais em palco. 

Diogo Canudo: Por acaso, eu gosto da atuação à la Emmelie de Forest, no entanto a Islândia deveria usar mais jogos de luzes e algo que marque a atuação.

Elizabete Cruz: María sabe claramente como estar em palco e acaba por conquistar pontos por ser extremamente fofinha. A coreografia também está muito bem enquadrada e embeleza toda a apresentação em palco.

Jessica Mendes: Gosto muito da dança na segunda parte da canção. Tira-nos da atmosfera típica da balada. 

Joana Martins: Funciona bem em palco mas por favor alguém lhe dê uns sapatinhos. 

Rita Pereira: A artista dá o seu melhor numa atuação que, caso se mantenha para o Festival Eurovisão da Canção, deverá colher frutos.


André Sousa: Esta é outra letra que considero ter um bom feeling. Muitas vezes são as letras que moldam o intérprete mas, neste caso, ambas se conjugam num todo muito mas muito bom.

Andreia Fonseca: Passo a passo, o crescimento pessoal… até se ser inquebrável. Uma boa mensagem em termos de autoestima, mas nada de inovador.

Catarina Gouveia: Mais uma encorajadora que fala em sair da escuridão para encontrar a luz. Que seca.

Cláudia Peres de Matos: Um tema bonito que fala no processo de se reerguer após um momento menos bom. 

Diogo Canudo: Não é um poema fantástico, mas é, de facto, inspirador. A mensagem é apelativa aos ouvintes.

Elizabete Cruz: A letra gira muito à volta de “One step at a time” então a música é constituída por um passo, outro e outro. A repetição é o que mais fica na cabeça.

Jessica Mendes: Há alguns versos de que gosto bastante, no entanto no geral, acaba por cair nos clichés.

Joana Martins: Preferia isto em islandês mas mesmo assim não é uma má letra. 

Rita Pereira: Mais uma vez sobre amor e força interior – nada de muito extraordinário mas sempre apelativo aos ouvintes.


André Sousa:  Uma passagem à final e um bom posicionamento.

Andreia Fonseca: Talvez alcance a final, para ocupar os lugares do fundo da tabela.

Catarina Gouveia: Pode passar mas não terá grande impacto na final.

Cláudia Peres de Matos: Depois do sucesso dos Teletubbies do ano passado, então esta teria potencial para ganhar até!

Diogo Canudo: Deve passar à final, mas apenas isso.

Elizabete Cruz: A final é certa, agora o lugar nela já é discutível. Mas um top15, pelo menos.

Jessica Mendes: Passará à final mas sem um grande resultado

Joana Martins: Deve chegar à final mas não deve passar do top 20. 

Rita Pereira: Uma passagem assegurada à Final mas que não deverá assegurar muita da pontuação atribuída na semifinal, devido às canções concorrentes mais interessantes e apelativas ao voto.


André Sousa: 10 pontos

Andreia Fonseca: 6 pontos

Catarina Gouveia: 5 pontos

Cláudia Peres de Matos: 6 pontos

Diogo Canudo: 6 pontos

Elizabete Cruz: 7 pontos

Jessica Mendes: 7 pontos

Joana Martins: 5 pontos

Rita Pereira: 6 pontos

Total: 58 pontos


André Sousa: “Fico parvo a ouvir isto. O que será que meteram na música?"

Andreia Fonseca: Um tema morno, vindo de terras gélidas. 

Catarina Gouveia: Eu fico é broken com esses vestidinhos.

Cláudia Peres de Matos: Dança, María!

Diogo Canudo: Broken fico eu por a Islândia não levar a Gréta e o Jónsi, novamente, à Eurovisão!

Elizabete Cruz: Amiga, calça uns sapatos. Para limpar o chão com os pés já temos a Emmelie. 

Jessica Mendes: Os pés descalços já fizeram o sucesso que tinham a fazer na Eurovisão.

Joana Martins: O meu país favorito na Eurovisão a dar-me isto… Não é justo. 

Rita Pereira: “Uma brisa de ar fresco”


 Azerbaijão - 87 pontos;  Israel - 86 pontos;  Estónia - 79 pontos;  Montenegro - 73 pontos;  Albânia - 73 pontos;  Bielorrússia - 70 pontos;  Noruega - 68 pontos;  Geórgia - 61 pontos; Islândia - 58 pontos; 10º Rússia - 58 pontos; 11º Malta - 56 pontos; 12º Irlanda - 55 pontos; 13º Roménia - 54 pontos; 14º Lituânia - 54 pontos; 15º Portugal - 51 pontos; 16º Letónia - 50 pontos; 17º Grécia - 50 pontos; 18º Macedónia - 48 pontos; 19º Sérvia - 47 pontos; 20º Bélgica - 46 pontos; 21º República Checa - 45 pontos; 22º Holanda - 43 pontos; 23º Dinamarca - 35 pontos; 24º Arménia - 35 pontos; 25º Moldávia - 23 pontos; 26º Hungria - 22 pontos; 27º São Marino - 16 pontos; 28º Finlândia - 5 pontos.


Vídeo: Eurovision.tv
21/04/2015

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