EBU: empresa continua a ser acusada por falta de transparência


Depois de a European Broadcasting Union (EBU) ter despedido uma funcionária, a empresa está a ser ridicularizada na imprensa europeia por falta de transparência, e comparada a supostos exemplos de corrupção como a FIFA.

Jornais como o célebre sueco Aftonbladet e o britânico popbitch estão a comparar a EBU à FIFA. Além disso, nos últimos dias, a televisão alemã NDR questionou Jon Ola Sand, supervisor executivo, sobre algumas perguntas que a suscitam dúvidas. Jon Ola Sand já veio a publicar confessar que considera que a empresa tem uma grande dose de honestidade e de transparência.

Tudo isto vem a propósito de a funcionária Kath Lockett, que era chefe de imprensa do JESC, ter-se atrevido a questionar a EBU sobre alguns pontos do regulamento do concurso que tinha sido aberto, através do seu Facebook - as críticas feitas levaram ao seu despedimento. No entanto, foi criticado a forma como Sietse Bakker, supervisor executivo da EBU, abusa do trabalho dos voluntários no site Eurovision.tv, bem como questiona onde se encontra o dinheiro que a empresa recebe através de visualizações nas suas redes sociais: "Foi-me dito que eu estava demitida por causa dos comentários que coloquei na página pessoal do Facebook de Sietse Bakker, que supostamente eram prejudiciais para a reputação da EBU."

Os pedidos de informações sobre o concurso podiam ser enviados entre os dias 16 e 19 de outubro. Para mais informações sobre o processo de concurso e documentação de apoio, veja mais: [AQUI].

Fonte/Imagem: wiwibloggs.com
31/10/2015

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