Apreciações Musicais - ESC 2016: Áustria


ZOE - "LOIN D'ICI"



André Sousa: Nada de especial, é audível mas não muito chamativa. Não faz clicar no botão para ouvir de novo.

Carolina Pinto: Demasiado enfadonho, muito ultrapassado, uma batida que faz lembrar os anos 80. Na minha opinião não acrescenta rigorosamente nada, não traz nenhuma novidade, nada moderno, algo que se possa destacar na Eurovisão. 

Catarina Gouveia: Será possível alguém odiar isto? É uma fofice tremenda! Depois do terror do ano passado a Áustria regressa com um tema cativante e simplesmente adorável. O facto de ser repetitiva pode ser um ponto a favor, pois fica na cabeça.

Cláudia Peres de Matos: Este instrumental tem muito sucesso mas a mim não me cativa. É das canções que, se a ouvirmos, passamos o resto do dia a cantarolá-la, do tanto que fica no ouvido. É o que se pretende para que resulte num festival em que muitos espectadores só ouvem as músicas uma vez. No entanto, é demasiado repetitiva. 

Diogo Canudo: Não gosto nada da música, e muito menos do seu instrumental. Um french pop muito old fashion, que em nada acrescenta ao festival. É pena a Áustria não ser um país consistente, e levar num ano a Conchita e noutro… isto, que não tem ponta por onde se pegue.

Elizabete Cruz: A música é bastante fofinha, mas não deixa de soar um pouco infantil. Sinceramente, é daqueles instrumentais que me passam completamente ao lado, ouve-se, mas não gosto nem desgosto.

Jessica Mendes: Repetitivo até mais não. Passamos três minutos à espera de alguma coisa que nunca mais chega. A música podia demorar um dia que mesmo assim não ia a lado nenhum, tal como a Zoe a andar no palco.

Joana Martins: Tão giro, tão fofo, tão diferente. 

Maria Silva: A canção tem um bom instrumental, contudo com o passar do tempo e enquanto esta se reproduz torna-se um pouco monótono e cansativo.

Pedro Emídio: Bastante mau e desadequado. Se estivéssemos a falar da banda sonora de uns desenhos animados compreendia-se, de outra forma não.

Ricardo Mendes: Nada a dizer sobre o instrumental, muito banal e sem pouca criatividade. Mas é audível e catchy!


André Sousa: A voz é um pouco infantilizada. Se experimentarmos fechar os olhos, podemos imaginar este tema no JESC e lá ficava tão bem. A voz não me cativa e acredito e sei que Áustria tinha melhores músicas para levar ao certame.

Carolina Pinto: A intérprete de “Loin D´ici”, Zoe, tem um timbre muito doce, uma voz muito suave, muito bonita, e de facto, interpretou muito bem o tema. É neste ponto que o tema ganha. Zoe, para além da doçura da voz, tem uma grande afinação. Penso que a voz da artista se adequa perfeitamente ao tema, apesar da canção não ser grande coisa. 

Catarina Gouveia: É uma daquelas vozes "queridas" que nos dão a sensação de conforto. Acho que a ZOË cumpre bem o seu papel, e as poucas falhas que tem não são graves ao ponto de não serem melhoradas até Estocolmo.

Cláudia Peres de Matos: Zoë tem uma voz doce, apresentando algumas imperfeições ao vivo mas perfeitamente corrigíveis. A nota final é que necessita de mais melhorias. 

Diogo Canudo: Zoe tem uma voz doçura e agradável, apenas isso. Consegue aguentar bem os agudos.

Elizabete Cruz: A voz está lá, não se notam grandes falhas, mas não é uma voz que acabe por surpreender. Claro que tendo em conta o instrumental, acaba por ser o tipo de timbre mais adequado, mas não é realmente algo que chame a atenção.

Jessica Mendes: Não têm noção do quanto me irrita aquele tentativa de ser fofinha no início. Irrita mesmo. Faz-me doer os tímpanos. Durante o resto da música ouve-se bem, mas Zoe está longe de ser uma grande cantora.

Joana Martins: Gosto muito. Adequa-se principalmente à música. 

Maria Silva: A intérprete tem uma boa voz, contudo chega irritar passado um tempo, e o facto do tema ser em francês faz com que passe ainda mais despercebido.

Pedro Emídio: Não é uma Conchita, mas também não se pode afirmar que seja desafinada. Porém, parece-me pouco segura em algumas notas. 

Ricardo Mendes: Uma voz que se adequa muito bem ao tema apresentado! Sem falhas!


André Sousa: O que há para dizer? Andar numa passadeira? Isso faço eu no ginásio quando não me apetece fazer nada. 

Carolina Pinto: Foi uma apresentação doce, original, no entanto, ao mesmo tempo não deixou de ser aborrecida. Temos um cenário muito bonito, contudo, atrevo-me a confessar que achei a artista um pouco irritante, com uma felicidade demasiado forçada. 

Catarina Gouveia: Adoro toda a mística da atuação que vimos na seleção do tema. Gráficos com cenários idílicos, o visual da ZOË muito comparável com uma fada/princesa. Espero que essa vibe se mantenha.

Cláudia Peres de Matos: O cenário está bem conseguido e fica uma apresentação diferente. Em conjunto com os movimentos da intérprete, ficamos com a sensação que vai caminhando em ambientes diversos. 

Diogo Canudo: Uma apresentação de princesa, que não tem nada de especial e que é bastante estática.

Elizabete Cruz: Mais uma vez temos o fofinho e o soar a infantil. Menos a parte em que Zoë está no seu treino diário de passadeira. Isso é uma boa mensagem para pôr toda a gente a fazer exercício.

Jessica Mendes: Piroseira total e eu nunca gostei de piroseiras. A Eurovisão não é a Disney e as músicas da Barbie costumam ter cenários bem melhores que este. E o pior é que além do cenário a transbordar cor-de-rosa não se passa mais nada!

Joana Martins: Não está nada mal. Mudava era a atuação para a Eurovisão. 

Maria Silva: É neste ponto que a canção ganha uma vez que à semelhança da canção ‘Heroes’ da Suécia e vencedora do certame em 2016, apresenta ser bastante dinâmico.

Pedro Emídio: Banal. Não fica na memória. O jogo de luzes e as projeções acabam por trazer algum “interesse” à performance. 

Ricardo Mendes: Julgo que a Áustria não irá precisar de muitos efeitos cénicos para a performance, a musica pede pouco.


André Sousa: Ok. É fofinha, é meiguinha, é amorosinha. E nada mais. Temos pena, Áustria.

Carolina Pinto: Uma letra romântica, mas muito repetitiva, fastidiosa até. Nada original, não acrescenta nada de novo. 

Catarina Gouveia: A letra em si é dos pontos mais fracos desta proposta, pois parece daquelas feitas em cinco minutos, pouco trabalhadas e com pouca história. Ganha, realmente, por ser cantada em francês, uma língua muito melódica e romântica.

Cláudia Peres de Matos: Foi uma surpresa a Áustria apresentar uma canção totalmente em francês. Apesar da letra repetitiva, fala da esperança, mesmo que num lugar distante. 

Diogo Canudo: Gosto que a Zoe cante a música noutra língua, o francês é uma boa aposta. Mas a letra é de fugir: “Quando tu cantares, eu também cantarei”, “Quando tu voares, eu vou contigo”. E é só isto. Palmas!

Elizabete Cruz: Curioso ver a Áustria a cantar em francês. Pode não ser uma jogada de mestre, mas de certeza que pelo menos ali dos franceses lhes vai cair uns pontos. E pelo menos assim ninguém entende a letra, que na realidade é absolutamente desinteressante.

Jessica Mendes: Como se a música não fosse já suficientemente repetitiva, a letra ainda ajuda. Sempre o mesmo. Ela faz tudo juntamente com outra pessoa. Tudo! É com a gémea siamesa?

Joana Martins: É em francês e leva pontos positivos por isso. No geral, não está nada mal. 

Maria Silva: Relativamente à letra parece-me uma versão secante dos temas de desenhos animados.

Pedro Emídio: Demasiado repetitiva. Passados menos de dois minutos já se torna cansativo ouvir tantas vezes as mesmas palavras.

Ricardo Mendes: Pouco a dizer sobre a letra. Adequada ao instrumental.


André Sousa: Não sei o que dizer. Mas se passar, passa à rasquinha.

Carolina Pinto: Poderá passar na primeira semifinal, mas penso que não alcançará mais que os últimos lugares da final.

Catarina Gouveia: Apesar de adorar não sei até que ponto irá cativar todo o público à primeira audição e todos sabemos o quão difícil é para a Áustria ir à final. Se passar, será uma agradável surpresa.

Cláudia Peres de Matos: Passa à final mas, para mim, não merece ir muito pra cima na tabela. 

Diogo Canudo: Espero que fique pela semifinal.

Elizabete Cruz: Não acredito na qualificação.

Jessica Mendes: Fica na semifinal.

Joana Martins: Com uma boa atuação e umas mudanças, penso que luta para chegar à final. 

Maria Silva: Acho que vais cantar para outro lado, cara amiga.

Pedro Emídio: Não tem qualidade para estar na final, no entanto a Eurovisão está sempre a surpreender-nos. 

Ricardo Mendes: Tenho as minhas dúvidas que passe à final, mas quem sabe.


André Sousa: 3 pontos

Carolina Pinto: 6 pontos

Catarina Gouveia: 8 pontos

Cláudia Peres de Matos: 4 pontos

Diogo Canudo: 2 pontos

Elizabete Cruz: 4 pontos

Jessica Mendes: 1 ponto

Joana Martins: 6 pontos

Maria Silva: 5 pontos

Pedro Emídio: 1 ponto

Ricardo Mendes: 5 pontos

Total: 40 pontos


André Sousa: Vamos lá disfarçar com muitas florzinhas, fumo e uma passadeira a esta desgraça de atuação.

Carolina Pinto: Enfadonha.

Catarina Gouveia: Floribella, aprende a falar francês!

Cláudia Peres de Matos: Áustria, já tiveste dias melhores… vai lá cantar, para bem longe!

Diogo Canudo: Talvez a música mais irritante da edição.

Elizabete Cruz: Pelo menos este ano a probabilidade de se ter null points é bem menor (graças ao novo sistema de votação, obviamente!).

Jessica Mendes: O The Makemakes diziam: “we are the zeros of our time”. Pode ser que a sorte continue este ano!

Joana Martins: Muda só o “mundo cor-de-rosa”, por favor… 

Maria Silva: Versão austríaca da “Alice no país das Maravilhas”.

Pedro Emídio: A canção é fraca, a letra é cansativa e a intérprete não cativa o público com a sua presença. 

Ricardo Mendes: Áustria, será que ficas nos últimos lugares novamente?


 Rússia - 113 pontos;  Hungria - 99 pontos;  Arménia - 78 pontos;  Holanda - 71 pontos;  Croácia - 70 pontos;  Moldávia - 41 pontos;  Áustria - 40 pontos;  Finlândia  - 39 pontos;  Grécia - 39 pontos; 10º São Marino - 5 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest
26/03/2016

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