Apreciações Musicais - ESC 2016: Bósnia & Herzegovina


DALAL & DEEN FEAT. ANA RUCNER & JALA - "LJUBAV JE"



André Sousa: Talvez dos instrumentais mais típicos e que se apodera da cultura do pais. Só por isso merecem uma salva de palmas. Gosto de quando um pais se faz representar pelas suas raízes, pelas suas origens, pelas suas cores e tradições.

Carolina Pinto: Sou fã de instrumentais que tenham solos de violino. Simplesmente lindo, não deixa de ser atual, moderno, com ritmos pop e de hip hop, mas que, simultaneamente, tem este toque clássico, proporcionado pelo violino, tornando o instrumental diferente. Adoro, simplesmente. 

Catarina Gouveia: Quando a música começa uma pessoa fica na fé que venha dali coisa boa, só que quanto mais a música avança pior fica. É uma combinação de estilos musicais que não foi muito feliz. De resto, nota positiva para ser um tema com traços culturais do país.

Cláudia Peres de Matos: Este é um dos melhores instrumentais. Adoro! Parece mesmo uma canção vinda da Sérvia, daquelas com aquela qualidade a que já nos habituamos. A intervenção rap é estranha, parece que não se enquadra na melodia, mas dá um toque diferente.  

Diogo Canudo: Por mim, a música podia ser só instrumental, sem as vozes dos cantores. Aquele início é completamente espetacular. Depois a proposta vai-se perdendo, chegando mesmo ao ridículo do rap, que a estraga por completo.

Elizabete Cruz: Apesar de o refrão parecer algo que já ouvi mil vezes na vida, adoro o instrumental que o antecede. Adoro quanto conseguem misturar todos estes sons e no final não sai uma grande porcaria. No entanto, faz-me imensa comichão que a música pareça que não tem um final. 

Jessica Mendes: É louvável que a Bósnia tente apostar num género de balada balcânica que lhes trouxe o seu melhor resultado em 2006. O problema é que em 2006 tinham o rei das baladas balcânicas a compor para eles, e é inevitável não fazer comparações. E aí esta canção perde muito porque tem uma estrutura básica e a introdução do violino é muito forçada. As coisas não fluem naturalmente. A parte que melhor se integra na canção é a do rap, e eu nem gosto de rap. 

Joana Martins: Adoro. Estas baladas são mel para os meus ouvidos. 

Maria Silva: Bom instrumental, o que costumamos receber da Bósnia.

Pedro Emídio: É, provavelmente, um dos melhores que vai passar pelo ESC este ano. O solo inicial não podia ser melhor, funciona na perfeição. 

Ricardo Mendes: A Bósnia apresenta-nos uma música com um instrumental maravilhoso e muito, e com sons balcânicos. Este tipo de instrumental é do agrado de todos os que seguem o evento. 


André Sousa: A conjugação das vozes é muito boa. A Bósnia não vai ao certame para levar qualquer coisa, e este tema é uma exemplo disso. A aposta não é má, pode não é ser tão valorizada pela sonoridade apresentada. 

Carolina Pinto: Toda a junção de vozes torna este tema ainda mais incrível. 

Catarina Gouveia: Gosto da união das vozes da dupla, não da inclusão de uma espécie de rap pelo meio. 

Cláudia Peres de Matos: As vozes combinam e acredito que funcionarão ao vivo. 

Diogo Canudo: Adoro a voz de Dalal, tem imensa expressão. Quando os dois se juntam, levam a música a um outro nível. É pena a parte em rap, muita pena mesmo.

Elizabete Cruz: Temos uma grande diversidade de vozes e nenhuma sobressai em relação às outras. Nenhuma delas é transcendente, mas todas elas são competentes. E mesmo sendo algo que à primeira audição estranhei, achei interessante a junção do senhor do rap. 

Jessica Mendes: A voz do Deen está longe de ser perfeita para este género, mas Dalal acaba por compensar. Vamos ver se o rap não estraga isto!

Joana Martins: Continuo a ter dúvidas em relação à voz do Deen. A Dalal é fantástica. E até consigo venerar a parte rap da música. 

Maria Silva: Ambos apresentam uma boa qualidade vocal, que irá surpreender na versão ao vivo!

Pedro Emídio:  Ambos têm uma boa voz, apesar de a intérprete feminina destacar-se mais. Em conjunto, também funcionam muito bem. A parte do rap aparece um pouco “descontextualizada” no meio do tema, porém é capaz de cativar o público.

Ricardo Mendes: As vozes dos intérpretes encaixam muito bem na melodia! Vozes muito harmoniosas e que se encaixa perfeitamente na melodia! 


André Sousa: Sinceramente, espero um cumplicidade em palco. Só assim o tema ganha uma maior força, uma maior presença.

Carolina Pinto: Foi uma atuação linda e emocionante. Os artistas transmitiram de uma forma tão leve tão bonita toda a emoção da canção. 

Catarina Gouveia: Estou a imaginar uma atuação com cheiro a mofo, nada de surpreendente, com os quatro elementos estáticos a aparecerem na devida ocasião. A parte instrumental, que em si não é nada de novo nem de extraordinário, será o ponto forte da atuação.

Cláudia Peres de Matos: Esta canção tem possibilidades de ter uma grande apresentação. Estou curiosa e esperançosa que seja uma atuação arrebatadora. 

Diogo Canudo: Espero algo com violino em palco, que é o que mais gosto de ver na Eurovisão. Espero os cantores principais a fazerem um esplêndido trabalho de câmaras e com muito vento em palco. Bósnia, surpreende-me, por favor! Tens aqui uma proposta com imensa qualidade!

Elizabete Cruz: Dalal e Deen parecem não ter química absolutamente nenhuma, apesar de que o que foi visto não é o que será em palco, provavelmente. Nenhuma interação, cada um a cantar para si, enfim. Novamente aqui é o senhor do rap que me deixa mais satisfeita, junto com Ana Rucner, que em poucos segundos mostraram mais química que os outros dois na música toda.

Jessica Mendes: Combinar música mais tradicional e rap em palco não é tarefa fácil, mas a Grécia fê-lo em 2011 por isso a Bósnia não tem desculpa! 

Joana Martins: Espero algo bom, muito bom aqui. Penso que não me irão desiludir. 

Maria Silva: O grupo apresenta uma boa dinâmica e complementaridade não só um com o outro mas também com o público.

Pedro Emídio: É visível que a preocupação deste grupo não é o “espectáculo” mas a qualidade do tema que apresentam. Devem apostar em projeções e num jogo de luz adequado.

Ricardo Mendes: Efeitos cénicos com leds e luzes! Não precisa algo muito elaborado para efeitos cénicos na apresentação do tema em palco.


André Sousa: Que todas as mensagens sejam passadas assim, porque ficam e fazem perpetuar-se por muito tempo. 

Carolina Pinto: Apesar de ser apologista do facto de todos os artistas dos países deverem utilizar músicas cantadas na língua materna, penso que há um fator negativo nisto, que é o facto de não entendermos a mensagem da música. No entanto, é uma língua muito bonita tornando o tema ainda mais especial. 

Catarina Gouveia: Mais uma letra mediana que fala do que é o amor. Se fosse interpretada em inglês seria do mais banal possível.

Cláudia Peres de Matos: Ljubav é das poucas palavras que conheço em sérvio/bósnio. É uma canção, portanto, que fala sobre o amor!

Diogo Canudo: Um poema de amor, muito bem escrito e que se adequa às vozes dos cantores principais e ao violino. Não é apenas uma simples letra d’amor, traz uma mensagem de perdão, de o amor ser a escolha mais difícil que tomamos ter na nossa vida. Palmas!

Elizabete Cruz: Ora cá está, mais uma letra de amor que ganha muito mais encanto por ser cantada em bósnio. Gosto tanto da magia destas letras, que me soam muito melhor porque não percebo a parolice que tantas vezes cantam. Pena que a maioria dos países já não pense assim.

Jessica Mendes: É possível que haja uma regra paralela àquela de “todos os anos tem de haver uma música com ‘shine’ no nome” que seja “pelo menos de 2 em 2 anos tem de haver uma canção com ‘ljubav’ no nome”. É engraçado como a letra da canção é super básica no início e repetitiva e a parte mais interessante e bem construída é a do rap. 

Joana Martins:  Não é em inglês e só isto abona a favor deles. Fala de amor, óbvio, mas fica tão bem na música.

Maria Silva: Penso que é neste campo que o tema demonstra ser mais forte.

Pedro Emídio: Defendo que cada país deve cantar na sua língua original. No entanto, um dos problemas que isso acarreta é o facto de não percebermos nada da letra, mas a interpretação dos cantores consegue superar essa questão.

Ricardo Mendes: Pouco posso dizer da letra, letra que se adequa ao tema.


André Sousa: A Bósnia merece um lugar na final, mas tudo depende daquilo que darem em palco. 

Carolina Pinto: Ficará certamente no top 15 da Grande Final da Eurovisão. 

Catarina Gouveia: É uma incógnita pois a única forma de passar à final será tirando o lugar a uma das passagens já esperadas, o que não me choca se acontecer.

Cláudia Peres de Matos: Está na final e estou a contar com uma boa classificação. Merece!

Diogo Canudo: Espero que isto vá à final. Não sei…

Elizabete Cruz: Ano de regresso + típica papa votos = provável top10

Jessica Mendes: Vai à final mas acaba na segunda metade da tabela.

Joana Martins: Penso que passa à final, e com uma boa atuação em palco vai para o top 10. 

Maria Silva: Penso que será uma canção bem recebida pelo público eurovisivo.

Pedro Emídio: Não vai ganhar o certame, mas é capaz de conseguir uma boa classificação. 

Ricardo Mendes: Passará à final, sem sombra de dúvidas.


André Sousa: 5 pontos

Carolina Pinto: 12 pontos

Catarina Gouveia: 5 pontos

Cláudia Peres de Matos: 10 pontos

Diogo Canudo: 6 pontos

Elizabete Cruz: 6 pontos

Jessica Mendes: 6 pontos

Joana Martins: 10 pontos

Maria Silva: 8 pontos

Pedro Emídio: 8 pontos

Ricardo Mendes: 8 pontos

Total: 84 pontos


André Sousa: Exemplos destes,só fazem crer que a Eurovisão é um certame de tradições, e não um de homogeneização de actuações.

Carolina Pinto: Simplesmente maravilhosa!

Catarina Gouveia: Tentativa falhada de reproduzir um tema de Željko Joksimović...

Cláudia Peres de Matos: Bósnia, sendo assim, não te ausentes mais!

Diogo Canudo: A melhor parte da música são os primeiros 30 segundos.

Elizabete Cruz: Ainda estou aqui à procura do fim da música.

Jessica Mendes: Zeljko wannabe.

Joana Martins: As saudades que eu já tinha vossas. 

Maria Silva: Bósnia, só nos dás isto?

Pedro Emídio: O tema é forte e os intérpretes têm boas vozes, só não terá uma melhor pontuação por não ser apresentado, integralmente, em inglês (e ainda bem). 

Ricardo Mendes: Escutem os tambores, a World music volta à Eurovisão ! 


 Rússia - 113 pontos;  Hungria - 99 pontos;  Bósnia & Herzegovina - 84 pontos;  Azerbaijão - 80 pontos;  Arménia - 78 pontos;  Holanda - 71 pontos;  Croácia - 70 pontos;  Moldávia - 41 pontos;  Áustria - 40 pontos; 10º Finlândia  - 39 pontos; 11º Grécia - 39 pontos; 12º São Marino - 5 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest
28/03/2016

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