Apreciações Musicais - ESC 2016: São Marino


SERHAT - "I DIDN'T KNOW"



André Sousa: O que há para falar disto? Isto é um tema? Isto é considerado música?

Carolina Pinto: Como canção não vale nada. 

Catarina Gouveia: Uau. Esta música deixa-me absolutamente sem palavras. Não sei se chore com o terror ou se ria do ridículo. Não bastava a música a la JESC em 2015, este ano temos de levar com uma música com efeito de sonífero para idosos. 

Cláudia Peres de Matos: Do mais aborrecido que possa existir! Confesso que ouvi a canção uma única vez e chegou!

Diogo Canudo: Depois de a Valentina Monneta ter levado a música do Facebook à Eurovisão, pensei que tinha já visto tudo. Mas não vi. Em relação ao instrumental, demasiado simples, antiquado e com pouco valor em 2016.

Elizabete Cruz: É nestes momentos que eu penso que não devia reclamar da RTP. Quer dizer, houve algum surdo em São Marino que achou que isto estava bem para a Eurovisão. Nem a RTP conseguiu esta obra de arte!

Jessica Mendes: A mudança para a versão disco foi absolutamente genial. Assim temos uma joke entry que ainda não tínhamos este ano. Honestamente, só posso acreditar que isto tenha sido feito para gozar connosco até pelo videoclip que é da atuação de outra música qualquer. Genial!

Joana Martins: Não começa mal mas são para aí 10 segundos de qualidade. 

Maria Silva: Sem comentários.

Pedro Emídio: Um tema pseudo-romântico sem qualquer interesse. Não imprime nenhuma inovção, nem se adequa ao certame. 

Ricardo Mendes: Desilução completa de São Marino. Nada mas nada me apetece falar sobre esta música! 


André Sousa: Até me sinto envergonhado em comentar a voz fantástica deste senhor. Pronto… não sei o que mais dizer, estou apenas a enrolar para não escrever tão pouco.

Carolina Pinto: O artista, Serhat, mais parece estar a declamar do que propriamente cantar. Tem uma voz marcante, mas a nível vocal deixa muito a desejar. 

Catarina Gouveia: Não sei se é de mim mas eu ouço a voz do Serhat a cantar esta canção e sinto que a minha privacidade foi invadida. A juntar com o olhar apaixonado dele... é mesmo constrangedor. Sai, diabo!

Cláudia Peres de Matos: Talvez seja o pior de toda a proposta, se é que há alguma coisa de bom nela. 

Diogo Canudo: Serhat tem uma voz característica, com uns toques graves bem seguros e competentes. No entanto, não é preciso ser um excelente cantor para cantar uma música como “I Didn’t Know”.

Elizabete Cruz: O sentimento com que este senhor conta deixa-me estarrecida. Cada vez que ele abre a boca é tamanha facada no meu coração que ele chora. Verdade seja dita que não há nenhuma outra voz este ano que me faça o coração chorar. 

Jessica Mendes: Adoro o facto de ele conversar em vez de cantar. É mesmo agradável ouvi-lo a sussurrar durante três minutos. A mim convenceu-me!

Joana Martins: Mas ele canta sequer? 

Maria Silva: Forte. Irá com certeza destacar-se no festival.

Pedro Emídio: Inexistente. Dos piores intérpretes que o país já levou à Eurovisão. Declama e mal as palavras, cantar não consegue. 

Ricardo Mendes: Leonard Cohen wannabe! Não gosto deste nem gosto do original!


André Sousa: Espero uma actuação brilhante em todos os sentidos. E já imagino o senhor parado em palco a sentir a canção. Vai ser fantástico!

Carolina Pinto: Recuso-me a imaginar a presença de palco de Serhat.

Catarina Gouveia: Desde que tenha o monóculo de dominatrix, tudo bem!

Cláudia Peres de Matos: Não imagino como seja nem estou com vontade de saber. Pode ser que dê para nos rirmos um bocadinho.  

Diogo Canudo: Espero que o cantor utilize na sua atuação algumas das coisas destacadas no seu vídeo oficial, como o mal-me-quer/bem-me-quer e a estrela cadente a passar pelos seus olhos. A sério? Isto é de rir. Esperemos uma atuação cheia mas cheia de clichés.

Elizabete Cruz: De cada vez que imagino isto em palco só fico com vontade de rir. Desde que o monóculo lá esteja, não quero saber de mais nada. 

Jessica Mendes: O que esperar disto? Não sei, mas tenho medo, muito medo! Só espero que ele leve o monóculo.

Joana Martins: Tenho medo disto. Muito medo.

Maria Silva: (...) MEDO!

Pedro Emídio: Não existe nada desta prestação que se consiga, minimamente, aproveitar e a presença de palco não foge à regra. 

Ricardo Mendes: Enfim, nada a dizer sobre isto!


André Sousa: A coisa mais linda, um hino ao amor, a poesia que se irá perpetuar por toda uma história da humanidade. 

Carolina Pinto: Sim, tem uma letra linda, parecendo mais um poema. Muito tocante, muito emocionante. É talvez das letras mais consistentes a nível de mensagem. 

Catarina Gouveia: Serhat descreve esta música como romântica e sincera. Eu descrevo-a como um atentado ao amor. Quem é que consegue ser assim tão meloso e rasca? 

Cláudia Peres de Matos: Repetitiva e sem inovação. Há momentos em que a letra até nem é nada bonita.

Diogo Canudo: Uma letra d’amor, cheia de clichés e com pouca originalidade. Para se concorrer a um evento como é a Eurovisão, é preciso muito mais do que isto. Chega mesmo a meter dó!

Elizabete Cruz: Para começar, tenho obviamente que dar os parabéns pela escolha do uso do inglês, porque o senhor tem uma pronúncia espectacular! Em relação à letra, é só mais uma entre tantas outras... o que neste caso é uma coisa boa. 

Jessica Mendes: É o mesmo de sempre com uma repetição super exagerada do título. A pronúncia inglesa é terrível e ainda dá mais piada a isto.

Joana Martins: Nem sei bem o que dizer. Ponho a música em repetição e continuo sem perceber o objetivo. 

Maria Silva: Aborrecido, chego a meio e já não consigo ouvir nada… Como alguns eurovisivos dizem “é boa para ir à casa de banho”.

Pedro Emídio: Um conjunto de palavras sem grande sentido, demasiado medíocre para fazer parte do lote de temas que concorrem à Eurovisão. 

Ricardo Mendes: A letra da Valentina  “Maybe” tinha muitos “Maybes”, esta letra que tem muitos “I didnt know”. Enfim…. Sem criatividade! Eu fazia melhor!


André Sousa: Não sei o que esperar, se a Eurovisão fosse como os ídolos, isto ia para a parte dos cromos -  com toda a certeza. 

Carolina Pinto: Ficará pela semifinal. 

Catarina Gouveia: Ah pois claro que é um possível vencedor... do último lugar da semifinal. 

Cláudia Peres de Matos: Último lugar da semifinal, a par com Montenegro.

Diogo Canudo: Último lugar na semifinal.

Elizabete Cruz: Esta pergunta cheira-me a piada...

Jessica Mendes: Último lugar na semifinal.

Joana Martins: Vai ser uma luta árdua para tirar isto do último lugar da semifinal. 

Maria Silva: Um dos últimos lugares da tabela.

Pedro Emídio: Volta para casa mal acabar de “cantar”. Não tem qualidade, sequer, para estar na semifinal. 

Ricardo Mendes: Mais uma vez, São Marino ficará pela semifinal, com muita pena minha (ou talvez não pelos fãs que a Valentina adquiriu o ano passado).


André Sousa: 0 pontos (e porque não posso dar menos!)

Carolina Pinto: 2 pontos

Catarina Gouveia: 0 pontos

Cláudia Peres de Matos: 0 pontos

Diogo Canudo: 0 pontos

Elizabete Cruz: 0 pontos

Jessica Mendes: 0 pontos

Joana Martins: 0 pontos

Maria Silva: 2 pontos

Pedro Emídio: 1 ponto

Ricardo Mendes: 0 pontos

Total: 5 pontos


André Sousa: Estou a ver que Sâo Marino só tem boas propostas. É só artistas fantásticos.

Carolina Pinto: Demasiado ridícula.

Catarina Gouveia: Socorro.

Cláudia Peres de Matos: Valentina, quando é que voltas mesmo???

Diogo Canudo: Ó Serhat, ainda falas pior inglês do que eu!

Elizabete Cruz: Que tu não sabias já nós percebemos!

Jessica Mendes: “I didn’t know” que era possível fazer pior que no ano passado.

Joana Martins: O que é isto mesmo? 

Maria Silva: O que é que se passa, São Marino?

Pedro Emídio: Não conheço nenhuma expressão suficientemente má para definir este tema. 

Ricardo Mendes: Não sei como escolheram esta aberração de música!


 Rússia - 113 pontos;  Hungria - 99 pontos;  Arménia - 78 pontos;  Holanda - 71 pontos;  Croácia - 70 pontos;  Moldávia - 41 pontos;  Finlândia  - 39 pontos;  Grécia - 39 pontos;  São Marino - 5 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest
25/03/2016

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