Apreciações Musicais - ESC 2016: Geórgia


NIKA KOCHAROV & YOUNG GEORGIAN LOLITAZ - "MIDNIGHT GOLD"



André Sousa: Das piores escolhas deste ano. Com um instrumental um tanto ou quanto antiquado, remete-me para um tempo passado e para uma banda de garagem – daquelas que tocam em bares à sexta-feira à noite.

Carolina Pinto: Eu sei que este não é um registo muito bem sucedido na Eurovisão, mas é brutal. Adoro. É um rock alternativo/indie rock que me deixa muito empolgada. Dá show e faz vibrar o pessoal. 

Catarina Gouveia: A Geórgia é de extremos num ano manda uma música óptima, no outro é o completo terror. Tem sido assim desde 2011 (o que é visível nos falhanços de 2012 e 2014), sendo que este ano não é excepção. Fiquei à espera que algo acontecesse durante a música mas não passa disto. Uma música com a mãozinha de Thomas G:son, que não devia estar no seu perfeito estado mental. 

Cláudia Peres de Matos: A Geórgia deve estar a divertir-se a escolher músicas estranhas. No início até aprecia que iria sair dali alguma coisa… mas vai piorando cada vez mais. Eu não sou contra o rock, muito pelo contrário, mas este não cativa minimamente.

Diogo Canudo: Não sei o que me pronunciar sobre esta música. Super descontextualizada do mundo eurovisivo e super datada.

Elizabete Cruz: Valeu pela tentativa de criar um rock, mas isto está bem longe de estar apelativo. Ou bem feito. Ou parecer que foi feito por pessoas sóbrias. E só eu que tenho a sensação que a música nunca mais acaba?

Jessica Mendes: Quando comecei a ouvir a música pensei “finalmente alguma coisa boa”. E de facto há ali potencial. Só não há potencial eurovisivo. Mas para o mundo do rock há potencial. Falta é qualquer coisa. Estamos o tempo todo à espera da explosão que nunca chega. À parte disso, é uma boa proposta.

Joana Martins: Muito interessante. Diferente do habitual. 

Maria Silva: Um bom instrumental, marca pela diferença, fazendo assim uma quebra da monotonia.

Pedro Emídio: Típico de uma banda rock e, dentro deste estílo musical, também não é inovador. Os solos finais acabam por se excessivos. 

Ricardo Mendes: Este ano a Geórgia apresenta-nos um instrumental  que não estamos habituados a ver na Eurovisão. Um instrumental baseado em Rock/Punk dos anos 80 misturado com sonoridades de trance. Não me impressionou!


André Sousa: Pouco há a acrescentar. Com um timbre monótono e que roça o vulgar, o intérprete acaba abafado pelo instrumental da composição. Um péssima escolha, depois de no ano passado terem levado algo tão bom.

Carolina Pinto: Diferente do que costumamos ouvir no concurso. Grande aposta!

Catarina Gouveia: A única coisa boa a dizer é que de facto se adequa ao tema, que é igualmente bem fraquinho. 

Cláudia Peres de Matos: Não há nada a apontar, mas não haveria muito por onde mexer, dada a canção quase monocórdica.

Diogo Canudo: A voz do cantor identifica-se muito com o estilo da música, no entanto não é chamativa nem tem algum toque de especial que me faça prestar atenção.

Elizabete Cruz: Falando em pessoas sóbrias, há que admitir que o vocalista desta banda tem bastante voz de bagaço. Acho que se começa a desenhar aqui um padrão.

Jessica Mendes: É coerente com a música: boa mas também lhe falta qualquer coisa. Talvez se a música tivesse essa “qualquer coisa”, a voz também conseguisse destacar-se mais.

Joana Martins: Não sei bem como vai resultar ao vivo. Não parece ser má. 

Maria Silva: Boa voz, um pouco diferente!

Pedro Emídio: A voz do vocalista adequa-se ao estílo musical que apresenta. Penso que não conseguiria fazer uma grande prestação fora da sua zona de conforto.  

Ricardo Mendes: A voz do intérprete está adequada ao tema apresentado, mas não mais que isso. 


André Sousa: Estático, enfadonho e chato.

Carolina Pinto: Brutal. Muito envolvente. Amei!

Catarina Gouveia: Estou a prever uma performance digna de maluquinhos, a julgar pelo videoclip da canção.

Cláudia Peres de Matos: Mais entusiasmo, por favor! Até os da Finlândia do ano passado estavam mais dinâmicos. 

Diogo Canudo: Espero por uma atuação muito desinteressante, com uma banda em palco, algum fumo e o intérprete a cantar para si (e não para a plateia).

Elizabete Cruz: Eles realmente estão ali a curtir muito a música, cada um no seu cantinho. Nem sequer ligam uns para os outros, imaginem agora ligar para quem está a ouvir a música. Demasiado trabalho!

Jessica Mendes: O que é que se pode esperar desta performance? A típica banda no palco e nada mais que isso.

Joana Martins: Uma das atuações que mais curiosidade tenho para ver. 

Maria Silva: Relativamente a este ponto, não podemos pedir muito, trata-se da presença de uma banda, onde a dança não costuma ser algo muito presente. Podem utilizar os efeitos especiais, seria algo a seu favor.

Pedro Emídio: Apesar de se encontrar condicionado à guitarra e ao tripé, o vocalista raramente encara as câmaras, ou seja, o público. Tem que trabalhar na performance se quer conseguir alguns pontos em Estocolmo. 

Ricardo Mendes: A canção em si já é fraca, e irão necessitar de muitos efeitos cénicos para a canção ficar na memória do público televisivo. Se isso não acontecer, a canção ficará esquecida.


André Sousa: Ok. Ele que imagine a tipa em sonhos e não a cantar desta forma.

Carolina Pinto: Ainda melhor! Não se costuma ouvir nada assim. Das letras mais originais. que ouvi até agora.

Catarina Gouveia: Vá lá, que, pelo menos, é original. Segue uma história, ainda que meia confusa. Não desgosto!

Cláudia Peres de Matos: Letra estranha e um pouco pesada. Nem a consigo interpretar direito.

Diogo Canudo: Talvez o melhor desta proposta seja a letra. É original, é provocadora. Mas apenas isso…

Elizabete Cruz: A letra é algo impercetível porque a voz de bagaço do senhor abafada pelos instrumentos não dá para muito mais. Depois de a ir ler, só reforço toda a teoria que tenho vindo a demonstrar até aqui.

Jessica Mendes: Se há algo mau nesta proposta é a letra. Certamente o inglês de quem a escreveu é tão bom quanto o meu hebraico. As frases estão mal construídas, não fazem sentido e são repetitivas até mais não. No entanto percebe-se a ideia geral.

Joana Martins: Nada de especial. Aceita-se. 

Maria Silva: Simples, mas com significado.

Pedro Emídio: Pouco interessante. Chega a tornar-se aborrecida. A Geórgia opta sempre por uma entrada mais obscura, mas este ano fica àquem do que apresentou em 2015. 

Ricardo Mendes: Esta é letra mais estranha apresentada a concurso. Por mais que leia e releia o conteúdo da letra, não consigo entender a mensagem.


André Sousa: Nem à semifinal isto devia de ir.

Carolina Pinto: Se fosse por mim, estava certamente na final, no meu top 6, mas penso que se passar à final, ficará nos últimos lugares. Mas duvido que passe à final. 

Catarina Gouveia: Deve ficar pela semifinal.

Cláudia Peres de Matos: Para não variar, fica na semifinal.

Diogo Canudo: Fica pela semifinal.

Elizabete Cruz: Adeusinho, Geórgia!

Jessica Mendes: Vai ficar-se pelos últimos lugares da semifinal.

Joana Martins: Não deve passar à final, contudo pode causar surpresa. 

Maria Silva: Apesar de ser algo diferente, acho que essa diferença não será bem recebida pelo mundo eurovisivo

Pedro Emídio: Não conseguirá estar presente na grande final. Acredito que ficará mal posicionado na semifinal. 

Ricardo Mendes: Não passa à final.


André Sousa: 0 pontos

Carolina Pinto: 12 pontos

Catarina Gouveia: 1 ponto

Cláudia Peres de Matos: 1 ponto

Diogo Canudo: 0 pontos

Elizabete Cruz: 0 pontos

Jessica Mendes: 7 pontos

Joana Martins: 6 pontos 

Maria Silva: 8 pontos

Pedro Emídio: 2 pontos 

Ricardo Mendes: 4 pontos

Total: 41 pontos


André Sousa: Nem um bêbado conseguia ouvir isto até ao fim.

Carolina Pinto: Brutal! Quero ver na final!

Catarina Gouveia: Quero de volta os meus 3 minutos de vida.

Cláudia Peres de Matos: Andamos a brincar?!

Diogo Canudo: Já te vi em melhores dias, Geórgia.

Elizabete Cruz: Às vezes acho que eu podia compor uma música para a Eurovisão... por vezes também bebo uns canecos!

Jessica Mendes: Haters gonna hate.

Joana Martins: Há sempre uma primeira vez para a Geórgia se armar em diferente e mesmo assim trazer algo épico. 

Maria Silva: Diferença.

Pedro Emídio: Pouco interessante, não introduz nenhuma novidade e, a certo ponto, torna-se aborrecida.

Ricardo Mendes: Punk, Punk e a Geórgia viajou na máquina do tempo! 


 Rússia - 113 pontos; 2º Chipre - 101 pontos; 3º Hungria - 99 pontos;  Austrália - 88 pontos;  Sérvia - 85 pontos;  Bósnia & Herzegovina - 84 pontos;  Islândia - 83 pontos; 8º República Checa - 83 pontos;  Azerbaijão - 80 pontos; 10º Letónia - 79 pontos; 11º Arménia - 78 pontos; 12º Malta - 77 pontos; 13º Estónia - 75 pontos; 14º Holanda - 71 pontos; 15º Macedónia - 71 pontos; 16º Croácia - 70 pontos; 17º Lituânia - 70 pontos; 18º Israel - 70 pontos; 19º Bulgária - 69 pontos; 20º Dinamarca - 64 pontos; 21º Irlanda - 62 pontos; 22º Bélgica - 58 pontos; 23º Polónia - 58 pontos; 24º Albânia - 50 pontos; 25º Suíça - 49 pontos; 26º Geórgia - 41 pontos; 27º Bielorrússia - 41 pontos; 28º Moldávia - 41 pontos; 29º Áustria - 40 pontos; 30º Finlândia  - 39 pontos; 31º Grécia - 39 pontos; 32º Eslovénia - 35 pontos; 33º Montenegro - 30 pontos34º São Marino - 5 pontos. 

Vídeo: Eurovision.tv
19/04/2016

3 comentários:

  1. Só queria fazer um reparo, é que a música da Geórgia deste ano não tem nem mão nem pé do Thomas G:son, apenas isso. A do ano passado é que tinha.
    Continuem o bom trabalho!!

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  2. Caro Anónimo,

    http://www.eurovision.tv/page/history/year/participant-profile/?song=33693

    Music by
    Kote Kalandadze, Thomas G:Son

    Boa noite e obrigada pela preferência!

    Catarina Gouveia

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  3. Apesar da canção da Eslovénia não ter tido a apreciação geral, eu particularmente gostei, pois era muito bem interpretada, tinha muito boa voz o intérprete e era uma música agradável de ouvir.

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