Apreciações Musicais - ESC 2016: Suécia


FRANS - "IF I WERE SORRY"





André Sousa: Com tantas escolhas, o que a Suécia foi fazer? Quanto ao instrumental é algo tão insonso, algo tão monótono. Algo tão enfadonho. 

Carolina Pinto: O que se pode dizer sobre “If I Were Sorry”? Bem, não é nada moderno, não é feio, mas não tem história, muito parado, não tem power, muito simples. 

Catarina Gouveia: A Suécia bateu no fundo este ano. Não me lembro, enquanto espectadora assídua do festival há mais de 10 anos, de uma música tão má por parte de este que é o país que mais aposta na Eurovisão. 

Cláudia Peres de Matos: Não entendo estes suecos! Já estou habituada a vibrar com o Melodifestivalen e os meus favoritos nunca ganharem… mas este ano exageraram! A Suécia meteu a pata na poça, e de que maneira! Com tanta qualidade musical, temos mesmo que levar com este instrumental? Podemos fazer um abaixo-assinado? O que vale é que é a Suécia e eu não posso desgostar de nenhuma proposta da Suécia, não ao ponto de me recusar a ouvi-la (justifico desde já a minha generosa classificação). 

Diogo Canudo: “If I Were Sorry” segue algumas tendências modernas da música atual, mas é relativamente inferior a todas as outras e completamente desadequada de um festival de renome como a Eurovisão o é. Está a representar-se um país, não a mandar uma música para as rádios.

Elizabete Cruz: Ao contrário daquilo que me parece uma maioria, eu gosto desta música. O instrumental está bem feito e claramente tem mais a intenção de ser fofo do que explodir na cara de alguém. Foi isso que me fez gostar da música logo a início. E convenhamos que é muito melhor que a maior parte do pop plastificado desta edição.

Jessica Mendes: Não me lembro de um instrumental tão elaborado na história da Eurovisão. É praticamente a mesma nota do início ao fim. É inovação. Os antiquados é que não veem isso.

Joana Martins: É até bastante interessante mas torna-se aborrecido. 

Maria Silva: Uma queda mais que drástica na qualidade musical da Suécia no evento, parece uma espécie de Justin Bieber nas vindimas portuguesas.

Pedro Emídio: O instrumental é bastante atual, fica, rapidamente, no ouvido e convida-nos a dançar. Penso que causará impacto no palco da Eurovisão. 

Ricardo Mendes: Este ano a Suécia deixou-se do schlager e vira-se agora para um pop mais comercial! Nada de interessante, um instrumental banal!  


André Sousa: Ele cantar canta, mas não me cativa. A actuação é toda muito monótona, muito morna, muito esquecível. 

Carolina Pinto: Muito irritante. Frans deve achar a sua voz muito sexy, mas na verdade não é nada mais que irritante. O poder vocal é muito fraco, muito limitado. 

Catarina Gouveia: Talvez a pior voz do ano. Que medo.

Cláudia Peres de Matos: Frans declama a letra e não a canta. Quando tenta fazê-lo, cuidado que vem aí desafinação pela certa. 

Diogo Canudo: O Frans canta? Não sabia. Deve cantar para haver esta categoria aqui.

Elizabete Cruz: Frans não tem uma voz que se destaque, até porque a música não o pede. Anda sempre ali pelas mesmas notas, quase a declamar a letra, mas tem um sotaque engraçado que dá imensa piada à música.

Jessica Mendes: Perfeita para cantar no chuveiro se ele morar sozinho. Se não morar e cantar na mesma, eventualmente vai passar a morar porque ninguém aguenta este não-cantar mais que uns segundos. E pensar que os suecos puseram o pior cantor em 1.º lugar e o melhor (ainda que odiado por muitos) em último!

Joana Martins: Não penso que seja tão má como muitos dizem. 

Maria Silva: A coisa mais irritante de sempre, sem piada, podre, parece que está a morrer.

Pedro Emídio: A Suécia é conhecida por levar grandes intérpretes como a Loreen e a Sanna Nielsen. Neste caso, a voz não é o forte do cantor. Não tem uma grande extensão vocal ou um timbre que marque pela diferença. 

Ricardo Mendes: A voz do intérprete é muito fraquinha! A ver se ele tem aulas de canto até maio!


André Sousa: Parada, paradinha. Pronto nada mais a dizer.

Carolina Pinto: A sério?! Frans estava mais preocupado em fazer carinhas bonitas para as câmaras. Sinceramente, amigo, não sejas tão convencido e canta mais! 

Catarina Gouveia: O cantor estático no palco é o normal nestas canções. A performance do Melodifestivalen deve manter-se.

Cláudia Peres de Matos: Depois de "My Heart Wants Me Dead", "We Are Your Tomorrow", “Human” (a minha favorita), "Don't Worry", "Constellation Prize", "Youniverse", "Save Me" e até "Bada Nakna" (sim, praticamente todas as finalistas do concurso), digamos que “If I Were Sorry” é a pior performance em palco. Frans não consegue preencher o palco e há momentos em que nem sabe bem como agir. 

Diogo Canudo: O público feminino juvenil comanda o mundo! Eu acredito verdadeiramente nisto. Só faltava o Frans piscar o olho para as câmaras que ganhava logo a Eurovisão. Porque de resto… pouco ou nada faz em palco.

Elizabete Cruz: Aqui está algo claramente a ser trabalhado. Frans tem imenso carisma e consegue suportar a música, mas todo o palco tem que ser melhorado, e acredito que vá ser.

Jessica Mendes: É mais uma inovação. Não se passa nada, ele tem menos expressões que a Kristen Stewart e não cativa o público. Nunca pensei que a Suécia pudesse apostar nisto.

Joana Martins: Uma boa atuação em palco mas sem nada que destaque. 

Maria Silva: Acho que deviam pegar em cestas com uvas e fazerem a vindima em pleno palco tal como o cantor faz quando dança. Agora num tom mais sério… Não sei por onde é que este tema possa melhorar a nível de presença em palco.

Pedro Emídio: O cantor demonstra à vontade em palco, mas deverá trabalhar para conseguir impressionar o júri eurovisivo. 

Ricardo Mendes: Esta canção não irá necessitar de muitos efeitos cénicos em palco, pois a canção é simples! Precisa de uma apresentação simples!  


André Sousa: Eu também pedia desculpa de ir à Eurovisão representar um pais com este tema. 

Carolina Pinto: O único ponto positivo. Gosto bastante, é diferente, e não é nada de lamechice. 

Catarina Gouveia: Ganha pela diferença da maioria das letras deste festival. Está bem feita, bem estruturada. Haja algo aceitável nesta canção. 

Cláudia Peres de Matos: É uma letra bastante repetitiva e muito leve. Talvez pela sua leveza se deve o seu sucesso (estou eu aqui a tentar arranjar motivos para tal). Não é uma letra muito agradável de se ouvir, se analisarmos o seu contexto. 

Diogo Canudo: A par com tudo o que já falei, a letra também não é uma obra prima. Mas como a Suécia não é lá grande coisa em letras para a Eurovisão, está no mesmo nível das propostas anteriores.

Elizabete Cruz: Provavelmente o ponto mais fraco. É bastante repetitiva, mas por outro lado, acaba por ficar na cabeça mais depressa. 

Jessica Mendes: Há mais letra do que “if i were sorry”? É que se há, não dei por isso.

Joana Martins: Uma típica história de adolescentes. 

Maria Silva: Is it too late now to say Sorry? Ups. Enganei-me

Pedro Emídio: Demasiado repetitiva, mas acaba por ficar no ouvido. De uma forma geral, vai de acordo às tendências musicais da Europa. 

Ricardo Mendes: Uma letra que poderia ser sequela do "Sorry" do Justin Bieber!  Uma letra de conteúdo pobre! Nada de fantástico! 


André Sousa: Por mim pode ficar em último na final. 

Carolina Pinto: Ai, nem sei! Para o final da tabela, só pode!

Catarina Gouveia: Bottom 5 aguarda-te, Suécia!

Cláudia Peres de Matos: Se não fosse vinda da Suécia, provavelmente esta canção nem chegaria à final. Tenho pena que se percam oportunidades de mostrar ao mundo canções e performances tão excelentes, que poderiam levar a Suécia ao “bicampeonato”. 

Diogo Canudo: Não sei, e sinceramente nem me interessa. Estou deveras zangado com o meu país eurovisivo de eleição!

Elizabete Cruz: Vai ser top10, e vai ser merecido.

Jessica Mendes: Se fosse outro país qualquer a mandar isto, não ia à final e, honestamente, espero que fiquem no bottom 5!

Joana Martins: Não penso que vai ficar tão bem como dizem. Possível top 10. 

Maria Silva: O maior fundo da tabela… Sorry, but I’m not sorry.

Pedro Emídio: Se ficar bem poscionado, provavelmente, será pelo país que representa e não porque apresenta um tema genial. 

Ricardo Mendes: Por ser a Suécia fica bem classificado (embora não mereça).


André Sousa: 0 pontos

Carolina Pinto: 4 pontos

Catarina Gouveia: 1 pontos

Cláudia Peres de Matos: 7 pontos

Diogo Canudo: 0 pontos

Elizabete Cruz: 6 pontos

Jessica Mendes: 0 pontos

Joana Martins: 4 pontos 

Maria Silva: 2 pontos

Pedro Emídio: 5 pontos 

Ricardo Mendes: 3 pontos

Total: 32 pontos


André Sousa: Que esta sirva de lição à Suécia.

Carolina Pinto:  Aprende a cantar e quando não usares mais fralda volta que perdoamos-te!

Catarina Gouveia: Quando a pior música do Melodifestivalen representa a Suécia.

Cláudia Peres de Matos: Ai não estás arrependido? Mas é bom que estejas porque vais ficar em último!

Diogo Canudo: Isto é um tiro nos pés, Suécia.

Elizabete Cruz: Se ele se arrependesse, pedia desculpa aos haters de plantão... mas ele não se arrependeu!

Jessica Mendes: Então a razão pela qual a SVT mudou a votação foi para não ficar com zero pontos?

Joana Martins: Mans, tenho tantas saudades tuas.

Maria Silva: Se tivesses mesmo “Sorry” calavas-te. Isso é que era bom!

Pedro Emídio:  O Justin Bieber sueco não consegue superar os seus antecessores. 

Ricardo Mendes: Frans, o Justin Bieber “wanna be”! Assim não vais lá!  

 Rússia - 113 pontos;  França - 101 pontos; 3º Chipre - 101 pontos; 4º Hungria - 99 pontos;  Austrália - 88 pontos;  Sérvia - 85 pontos;  Bósnia & Herzegovina - 84 pontos;  Ucrânia - 83 pontos;  Islândia - 83 pontos; 10º República Checa - 83 pontos; 11º Itália - 82 pontos; 12º Azerbaijão - 80 pontos; 13º Letónia - 79 pontos; 14º Espanha - 79 pontos; 15º Arménia - 78 pontos; 16º Malta - 77 pontos; 17º Estónia - 75 pontos; 18º Holanda - 71 pontos; 19º Macedónia - 71 pontos; 20º Croácia - 70 pontos; 21º Lituânia - 70 pontos; 22º Israel - 70 pontos; 23º Bulgária - 69 pontos; 24º Noruega - 66 pontos; 25º Alemanha - 65 pontos; 26º Dinamarca - 64 pontos; 27º Irlanda - 62 pontos; 28º Bélgica - 58 pontos; 29º Polónia - 58 pontos; 30º Albânia - 50 pontos; 31º Suíça - 49 pontos; 32º Roménia - 48 pontos; 33º Reino Unido - 46 pontos; 34º Geórgia - 41 pontos; 35º Bielorrússia - 41 pontos; 36º Moldávia - 41 pontos; 37º Áustria - 40 pontos; 38º Finlândia  - 39 pontos; 39º Grécia - 39 pontos; 40º Eslovénia - 35 pontos; 41º Suécia - 32 pontos42º Montenegro - 30 pontos; 43º São Marino - 5 pontos. 

Vídeo: Eurovision Song Contest
28/04/2016

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