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JESC 2019: Albânia confirma participação

por maio 22, 2019

A Albânia vai marcar presença no Festival Eurovisão da Canção Júnior (JESC) 2019, em Gliwice, na Polónia.

A Radio Televizioni Shqiptar (RTSH), emissora estatal da Albânia, revelou que o país vai participar na edição de 2019 do Festival Eurovisão da Canção Júnior (JESC), a realizar-se em Gliwice, na Polónia, a 24 de novembro. O representante e respetiva canção vão ser selecionados no Junior Fest, seleção da Albânia para o JESC, pelo terceiro ano consecutivo; a final, a  realizar-se em Tirana, ainda não tem data definida.

A Albânia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção Júnior em 2012, e o seu melhor resultado atual é um quinto lugar: em 2015, com Mishela Rapo e a canção "Dambaje". Em 2018, o país foi representado por Efi Gjika e a canção "Barbie", alcançando o 17.º lugar com um total de 44 pontos. 

Fonre e Imagem: Eurovoix

Comentário ao ESC 2019: o ano em que a KAN estragou o meu comentário ao ESC

por maio 22, 2019

OBS: caso sigam as notícias eurovisivas, vão perceber que alguns pontos deste texto não fazem muito sentido. No entanto, a minha opinião sobre esses pontos não mudou. O que mudou mesmo foram os pontos da tabela, fruto da incompetência da organização, para quem foi muito difícil perceber que a média entre 0+0+0+0+0 dificilmente vai ser 12. Desta forma, e tendo em conta que este texto foi preparado com antecedência, o mesmo vai permanecer ridículo, bem ao nível de toda esta situação.

Chegamos ao fim de mais um ano eurovisivo e nos nossos corações já se faz sentir a nostalgia ao saber que falta praticamente um ano para termos o nosso momento de volta. A boa notícia é que em Maio do próximo ano estaremos na Holanda, bem mais perto de casa e se tudo correr bem nem vamos ter que vender um rim para comprar bilhetes para o show!

Esta foi definitivamente uma edição invulgar para mim: não pude acompanhar como normalmente faço as semanas antes do festival propriamente dito e, no entanto, tinha tantas favoritas que dificilmente ficaria chateada com os resultados - quase aconteceu, é verdade, mas no final o concurso apresentou um top 5 que não poderia ter me deixado mais feliz. Mas esta questão de alguém que eu não apreciava ter quase vencido - e sim, estou a falar da Suécia - traz desde já uma questão que devia ser abordada pela EBU. Estou obviamente a falar desse painel de pessoas especializadas em música que sabe perfeitamente o que faz chamado júri. Talvez eles realmente achassem que a Suécia tinha a  melhor música a concurso, o que se torna duvidoso porque parece que todos os anos eles acham que a Suécia tem a melhor música a concurso, então eu nem vou reclamar da inutilidade do júri neste ponto. Reclamo sim dos votos à descarada nos vizinhos e nos últimos lugares atribuídos aos países com quem o país em específico tem problemas políticos. Será só o público que vê como isto é ridículo? Vai continuar a EBU a fechar os olhos a estas situações que obviamente tiram parte do prazer para quem esta a assistir e torna o concurso tão mais político? Obviamente para a EBU la venda no cayó no. Talvez o Miki lhes devesse ensinar algo.


Continuando no tema "politiquices", esta edição ficou marcada por dois momentos em que a bandeira proibida foi exibida. Primeiro Madonna arriscou-se a perder o seu cachet ao exibir a bandeira da Palestina, embora sejamos honestos, ela devia perder o cachet era por causa daquela atuação vergonhosa. Depois o grupo islandês, que tinha prometido protesto, cumpriu com a sua parte e foi recompensado com os lugares mais desconfortáveis no avião na volta para casa. Se era o momento para este tipo de manifestação acontecer? Não, não era. Se todos cá em casa aplaudimos a atitude? Oh se aplaudimos! Tomando lados políticos ou não, não nos podemos queixar da falta de aviso. Eles não estavam lá pelos pontos ou pelo top 10 que acabaram por conseguir. Eles estavam lá para isto e só lhes deram espaço de antena para que acontecesse. A atitude foi com certeza incorreta mas só me faz amar ainda mais este grupo.


E esta conversa leva-me a dar uma palavrinha sobre a organização. Nem tudo foi mau, obviamente, mas muito com coisa com certeza passou ao lado de ser bom. Nunca vi tantas mãos a serem gravadas numa emissão da Eurovisão. O facto de até um camara man ter aparecido durante uma atuaçao revela a falta de experiência da equipa. Não vou estender-me nos planos de câmara filmados da janela da vizinha que estragaram tantas atuações. Mas posso falar da falta de capacidade da organização de entregar às delegações o que elas pediam e as dores de cabeça que isso nos deu ao ver os nossos favoritos a serem prejudicados por causa destas coisas. No entanto vamos dar o crédito às coisas que realmente se superaram: os postcards foram os meus preferidos dos últimos anos e alguns deles volta e meia ainda vou rever; tenho obviamente que mencionar também os interval act que nos trouxeram de volta algumas das caras que nós mais adoramos e que sempre é um prazer voltar a ver no palco da Eurovisão. Quase até esquecemos que a Madonna subiu ao palco.


Termino a falar dos resultados. Holanda era uma das minhas preferidas então não podia estar mais feliz com o resultados. Portugal não passou para a final - injustamente, no meu ponto de vista - mas fomos mais uma vez vítimas desse jurí extremamente sapiente que vota nos países vizinhos só porque sim. Nada que nunca tenhamos visto. Por outro lado pude pela primeira vez ver um top 5 da Suíça, país que me viu nascer e me acolheu por uns quantos anos e pelo qual eu sofro como se fosse  Portugal. São Marino e Macedónia do Norte conseguiram os seus melhores resultados de sempre: o primeiro a revelar como os telespectadores ainda adoram uma boa piada e o segundo a mostrar como o júri consegue acertar em algumas coisas de vez em quando e a justificar o porquê de ainda existir. Alguns resultados foram mais justos do que outros, uns ficaram mais felizes que outros, mas não seria Eurovisão se assim não fosse. Para o ano há mais, mas por agora é hora de voltar às vidas normais que os bilhetes para ir à Eurovisão no próximo ano não vão aparecer cá em casa de graça.

ESC 2019: EBU retifica os resultados do júri e tabela final muda

por maio 22, 2019

Um erro na votação do júri foi encontrado e os resultados finais da Eurovisão 2019 foram alterados.

Num novo comunicado, a EBU anunciou: "O júri da Bielorrússia foi retirado depois dos jurados terem revelado os seus votos da primeira semifinal, o que é contra as regras do Festival Eurovisão da Canção. De forma a cumprir com as regulações de votação, a EBU trabalhou com a sua equipa de votação para criar um agregado de resultados substituto (calculado a partir dos resultados de outros países com padrões de votação anteriores semelhantes), o que foi aprovado pelo responsável de votações e determinou os votos do júri da Bielorrússia na final".

No entanto, foi descoberto um erro no algoritmo de votação agregada: "A EBU pode confirmar que descobriu um erro humano nos resultados agregados. Este erro não afetou o cálculo dos pontos do televoto e o top 4 não se alterou. Por respeito aos artistas e aos membros da EBU, corrigimos os resultados de acordo com as regras. As votações do júri corretas foram aplicadas e os resultados finais foram publicados".

Com a nova votação do júri, a Suécia já não é a vencedora do voto do júri. A vitória passa a pertencer à Macedónia do Norte.

Os resultados anteriores: 



Os novos resultados são: 

1.º Holanda: 498 pontos (subiu 6 pontos)
2.º Itália: 472 pontos (subiu 7 pontos)
3.º Rússia: 370 pontos (subiu 1 ponto
4.º Suíça: 364 pontos (subiu 4 pontos)

5.º  Noruega": 338 pontos
5.º Suécia: 334 pontos (subiu 2 pontos e 1 lugar)

6.º Suécia: 332 pontos
6.º Noruega: 331 pontos (desceu 7 ponto e 1 lugar)

7.º Azerbaijão: 297 pontos
7.º Macedónia do Norte: 305 pontos (subiu 10 pontos e 1 lugar)

8.º Macedónia do Norte: 295 pontos
8.º Azerbaijão: 302 pontos (subiu 5 pontos mas desceu 1 lugar

9.º Austrália: 284 pontos (desceu 1 ponto)
10.º Islândia: 232 pontos (desceu 2 pontos
11.º República Checa: 157 pontos (igual)
12.º Dinamarca: 120 pontos (igual)

13.º Eslovénia: 105 pontos 
13.º Chipre:  109 pontos (subiu 8 pontos e 2 lugares)

14.º França: 105 pontos 
14.º Malta: 107 pontos (subiu 12 pontos e 2 lugares)

15.º Chipre:  101 pontos
15.º Eslovénia: 105 pontos (igual)

16.º Malta: 95 pontos
16.º França: 105 pontos (igual)

17.º Sérvia: 92 pontos 
17.º Albânia: 90 pontos (igual)

18.º Albânia: 90 pontos 
18.º Sérvia: 89 pontos (desceu 3 pontos e 1 lugar)

19.º Estónia: 86 pontos 
19.º São Marino: 77 pontos (desceu 4 pontos mas subiu 1 lugar)

20.º São Marino: 81 pontos
20.º Estónia: 76 pontos (desceu 10 pontos e desceu 1 lugar)

21.º Grécia: 74 pontos (subiu 3 pontos)
22.º Espanha: 54 pontos (desceu 6 pontos)
23.º Israel: 35 pontos (desceu 12 pontos)

24.º Alemanha: 32 pontos
24.º Bielorrússia: 31 pontos (igual e subiu 1 lugar)

25.º Bielorrússia: 31 pontos
25.º Alemanha: 24 pontos (desceu 8 pontos e desceu 1 lugar)

26.º Reino Unido: 11 pontos (desceu 5 pontos)

Fonte: EBU

Comentário ao ESC 2019: "Porque é que eu estava errada sobre Conan Osíris?"

por maio 21, 2019

A Eurovisão 2019 foi, em praticamente tudo, uma Eurovisão justa: quem venceu o voto do júri mereceu vencer, quem venceu o televoto mereceu vencer e quem venceu a Eurovisão mereceu vencer. Sem rodeios, nem hesitações.


Portanto coloca-se a pergunta: Portugal mereceu ficar no terrível lugar em que ficou?

Eu fui, desde a revelação das canções do Festival da Canção, uma fã de “Telemóveis”. Não só por apreço imenso à originalidade inegável de Conan Osíris ou pelo entusiasmo de ver uma canção no Festival da Canção que não pode, em situação alguma, ser considerada “da década passada”, mas também, e principalmente, pela crença que Conan Osíris poderia fazer estragos na tabela eurovisiva. Os estragos feitos foram apenas na minha sanidade mental!


Porque é que eu estava errada sobre Conan Osíris? 

Sem notar, eu e muitos milhares de fãs eurovisivos caímos na mesma armadilha todos os anos: acreditar que o júri eurovisivo é um grupo de profissionais que, mais do que ninguém, valoriza risco e originalidade ao detrimento de composições genéricas e iterações de rádio. 

Era sabido que “Telemóveis” nunca seria do agrado do televoto. O televoto é a reflexão do que é mais “digerível”, o que é mais visualmente marcante e o que consegue encaixar-se em moldes que agradem a maioria. “Telemóveis” não poderia nunca caber em moldes existentes.

Os jurados da semifinal colocaram Portugal atrás de Montenegro. Portugal não esteve “quase a qualificar-se” … Portugal esteve “quase a ficar no fim da tabela de todos os países”. 

Não acho que o insucesso de Portugal deva ser atribuído às roupas, à produção, à RTP ou ao Conan e ao João. Apostámos num risco (que sabíamos que era um risco colossal) e não lucrámos. Foi uma aposta e apostas perdem-se. 

Não o digo como autodefesa, mas acredito mesmo que uma competição eurovisiva como a Eurovisão não estava preparada para “Telemóveis”. A audiência precisava de elementos comuns para se guiar na atuação e “comum” esteve sempre longe da prestação portuguesa.



Deveríamos ter enviado outro artista para Israel? 

Não. Um absoluto “não”. Conan Osíris foi um dos melhores representantes que Portugal já teve a honra de ter. Ele assumiu o papel por completo, integrou-se na família eurovisiva de cabeça, fez amigos, fez fãs, converteu muita gente. 

Nem por um momento deveríamos esquecer do orgulho de ser representados por “Telemóveis”: a canção que não é de agora, é do futuro.

Obrigado à delegação portuguesa pelo trabalho e, que para o ano, não voltemos ao que o Festival da Canção era antes de 2017.

Imagens: eurovision.tv

ECY 2019: França retira-se do concurso

por maio 21, 2019

França retirou-se do Coro do Ano da Eurovisão (ECY) 2019, devido a problemas logísticos.

A European Broadcasting Union (EBU) revelou que a França não vai participar na segunda edição do Coro do Ano da Eurovisão (ECY).  A emissora francesa tomou a decisão de abandonar o concurso devido a "problemas logísticos com a escolha dos seus representantes". Contudo, o país deverá estrear-se no concurso na próxima edição.

São, então, dez os países que vão participar no ECY 2019, em Gotemburgo, na Suécia, no dia 3 de agosto. Veja a lista de participantes e respetivos representantes de seguida:

Alemanha – BonnVoice
Bélgica – Almkalia
Dinamarca – Vocal Line
Escócia – Alba
Eslovénia – Jazzva
Letónia – Koris MASKA
Noruega – Volve Vokal
País de Gales – Ysgol Gerdd Ceredigion
Suécia – Zero8
Suíça – Cake O'Phonie

Fonte e Imagem: Eurovoix

ESC 2020: Den Bosch na corrida para organizar o festival

por maio 21, 2019

O centro de exposições Brabanthallen, em Den Bosch, quer sediar o Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2020.

Depois das cidades de Amesterdão, Haia, Maastricht, Arnhem, Utrecht, Roterdão, Zwolle e Leeuwarden, há mais uma a querer receber a edição do próximo ano do Festival Eurovisão da Canção (ESC): 's-Hertogenbosch, mais conhecida por Den Bosch, capital de Brabante do Norte. Isto ocorre após vários partidos políticos terem apelado a uma candidatura da província para acolher o certame.

O CEO do Brabanthallen, centro de exposições em Den Bosch, quer formalizar uma candidatura. Numa entrevista, afirmou que o espaço é "o maior e, na verdade, o único local de Brabante com capacidade suficiente para receber o evento" e garantiu que este é maior do que o espaço que acolheu a edição de 2019 do festival.

O Brabanthallen tem capacidade para mais de 10 mil pessoas e possui ainda várias salas anexas ao salão principal.

Fonte: ESC Portugal/Imagem: Eurovoix
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