Investigador australiano afirma que 'Portugal apresenta sempre músicas ultrapassadas na Eurovisão.'


O investigador australiano Dean Vuletic, que estuda o impacto político e social da Eurovisão, diz que o festival é usado pelos concorrentes para se promoverem e que este é cada vez mais visto pela comunidade gay.

Dean Vuletic apoia que os artistas de renome de cada país estão a ser substituídos por concorrentes de programas caça-talentos e que o enfoque das canções é, atualmente, as minorias sexuais e os marginalizados. Apoia ainda que Portugal, Espanha e Jugoslávia não se enquadraram, desde cedo, nos padrões democráticos liberais da maioria, sendo estes estados autoritários e periféricos. 

Focando-se em Portugal, Dean afirma: "É um país com uma música internacionalmente conhecida, o fado, mas tem apresentado sempre canções ultrapassadas que continuam a recorrer a velhas receitas. É verdade que ultimamente os votantes podem ter uma imagem negativa do país por causa da crise económica, mas houve países como a Grécia, Itália e Espanha que viram a sua imagem internacional mais afetada. Acho que Portugal devia ser elogiado por cantar na própria língua, já que estamos a perder diversidade linguística na Eurovisão e isso é um tesouro cultural da Europa que deve ser preservado. Ainda assim, musicalmente não se diferencia dos outros países e, para ter sucesso na Eurovisão, uma canção tem de ser memorável pela música e pela performance".


Fonte/Imagem: ESCPortugal
07/06/2015

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