Apreciações Musicais - ESC 2017: Chipre



HOVIG - "GRAVITY"



André Sousa: Um pop que parece mais uma imitação de tantos temas que ouvi por cá. Se isto é Eurovisão, deixa muito a desejar. Estou casado de ouvir estes clichés, estes temas de Boys Bands, dos anos 90. Não consigo gostar disto.

Andreia Valente: Acho que esta música é uma das piores do ano. O instrumental é extremamente irritante e a melodia não é interessante. 

Catarina Gouveia: Sinceramente, desde que me lembro de seguir atentamente a Eurovisão sempre apoiei qualquer proposta feita pelo Thomas G:son. Não consigo evitar. Ainda assim, só tenho é de admitir que é uma das piores canções que já compôs para o festival. É muito constante, pouco marcante. Falta qualquer coisa.

Daniel Fidalgo: Tão repetitivo, tão enervante…. não gosto, de todo. 

Diogo Canudo: Muitos podem considerar uma proposta banal e já vista muitas vezes no certame, mas, no meio de tanta balada e de tanta coisa estranha que tentam chamar de música, sabe muito bem ouvir. Um pop eurovisivo moderno com bastante potencial!

Elizabete Cruz: Ai isto é tão whatever que eu nem sei o que dizer. Esta música existir e não existir é o mesmo para a minha felicidade. Ouve-se, há com certeza piores, mas isto não é nada!

Jessica Mendes: Dá-me a sensação que o G:son tem um ficheiro .mp3 no computador e quando lhe pedem uma música ele pega nesse ficheiro e modifica uma coisa de nada para não ser tão óbvio que as músicas que ele compõe são sempre iguais. Não é má, mas é mais do mesmo.

Joana Raimundo: Fartei-me logo nos 30 segundos daqueles sons que parecem palmas. Eu não percebo nada de música portanto nem percebo o que é aquilo, mas aquelas batidas fazem uma dor de cabeça do caraças. 

Neuza Ferreira: É bastante cativante e até que difere dos restantes a concurso.


André Sousa: Espero que a voz que é apresentada em estúdio corresponda ao que irei ouvir ao vivo, Sinceramente já sei que irei assistir a um desastre. Não vai ser bonito de se ver e só espero estar enganado. 

Andreia Valente: Hovig tem uma voz decente mas com esta música não há muito com que se trabalhar. 

Catarina Gouveia: A voz de Hovig ao vivo é algo… bastante medíocre. É uma voz fraquinha e sem qualquer capacidade para atingir notas altas. Daí que este seja um tema bastante constante a nível vocal e, assim sendo, Hovig é competente. 

Daniel Fidalgo: Também não me impressiona. Não tem textura nem força suficiente.

Diogo Canudo: Já conheço o Hovig há algum tempo e penso que ele melhorou bastante a nível vocal. É de longe a melhor voz masculina deste ano, mas é bastante aceitável. Esperemos que não desafine mesmo que leve para palco uma música ritmada como "Gravity".

Elizabete Cruz: O timbre é agradável, a voz é competente, mas até eu cantava isto.

Jessica Mendes: Hovig está longe de ser um excelente cantor mas a música também não precisa de um excelente cantor por isso acredito que se safe sem problemas.

Joana Raimundo: Sinto que vai ser um flop do caraças e estou ansiosa por ver, espero que dê para rir. 

Neuza Ferreira: Não é grande coisa. Um pouco fraca, o que é uma pena.


André Sousa: Tem aqui muita margem de manobra para apresentar algo de jeito. Mas pelo que já vi o Hovig não é muito feliz nas suas performances. Só espero que se apresente com algo inovador em palco e não seja mais um falhanço. 

Andreia Valente: Hovig parece desconfortável nos seus movimentos. Penso que em Kiev vai parecer tudo muito mecanizado. 

Catarina Gouveia: O Chipre geralmente dá tudo na apresentação em palco. Dá demasiado. Em 2012 não precisavam de uma mesa feita de livros. Em 2016 não precisavam de jaulas. Espero que este ano não apostem em elementos desnecessários. A bailarina do videoclip seria suficiente.

Daniel Fidalgo: Uma explosão de luzes e muito fogo-de-artifício terá o trabalho de camuflar a falta de potencial deste tema. 

Diogo Canudo: Das performances que conheço de Hovig todas elas são chatas. Mas "Gravity" não tem nada de semelhante ao reportório que o artista tem apresentado. Esperemos que seja inovador em palco, se não é uma proposta perdida.

Elizabete Cruz: Depois do Chipre estragar a música do ano passado eu acho que eles já conseguem estragar qualquer coisa. 

Jessica Mendes: Imagino uma rapariga a fazer acrobacias naqueles panos aéreos. Vão ver se não é isto que vai sair dali…

Joana Raimundo: Coreografia que não faz sentido, efeitos de luzes estranhos, é sem dúvida o que isto está a pedir. 

Neuza Ferreira: Ele que dance... Ele que "exploda" e que cative tanto quanto a letra.


André Sousa: Letra repetitiva e enfadonha. Simples e directo. 

Andreia Valente: Alguém disse: "Vamos juntar as frases mais genéricas e comuns no ESC!" e assim nasceu a música do Chipre. 

Catarina Gouveia: Há maneiras e maneiras de escrever sobre algo lamechas. Esta é daquelas letras onde não vemos nada de novo mas nota-se que houve um esforço ao construi-la. 

Daniel Fidalgo: Tal com o instrumental, repetitiva e enervante.

Diogo Canudo: Todas as propostas de Thomas G:Son não se destacam pela qualidade da letra – "Gravity" não é diferente. É uma letra com bastante clichés e repetições, mas suficientemente aceitável.

Elizabete Cruz: Mais um monte de nada a juntar-se ao instrumental.

Jessica Mendes: Já se escreveram tantas músicas de amor que é difícil não entrar nos clichés de que esta letra está cheia. Mas se toda a música é mais do mesmo, como é que a letra não havia de ser? 

Joana Raimundo: Nada de interessante, não se pode dizer muito. 

Neuza Ferreira: É igual a tudo o que se ouve por aí. O refrão é chato. Contudo, não deixa de ser cativante.


André Sousa: Acredito que isto nem passe à final. Por mim nem passava

Andreia Valente: O Chipre vai para casa dia 9 de Maio. A final é para quem trabalha!

Catarina Gouveia: Julgo que estará facilmente na final se não se espalharem ao comprido na performance.

Daniel Fidalgo: Por mim não iria à final.

Diogo Canudo: Acredito que possa trazer a melhor classificação para o Chipre desde 2004. 

Elizabete Cruz: Eu nem sei, sinceramente!

Jessica Mendes: Talvez consiga a final com os preciosos 12 pontos gregos.

Joana Raimundo: Fico desiludida se não ficar nos últimos lugares da semi final. NULL

Neuza Ferreira: Caso passe à final ficará pelo fim da tabela.


André Sousa: 2 pontos.

Andreia Valente: 2 pontos.

Catarina Gouveia: 7 pontos.

Daniel Fidalgo: 3 pontos.

Diogo Canudo: 7 pontos.

Elizabete Cruz: 2 pontos.

Jessica Mendes: 3 pontos.

Joana Raimundo: 0 pontos.

Neuza Ferreira: 6 pontos.

Total: 32 pontos.


André Sousa: Espero que a gravidade dele não o faça afundar em palco.

Andreia Valente: O Hovig merecia uma música como deve ser!

Catarina Gouveia: A gravidade da situação é ter isto como uma das favoritas quando sabes que não é grande coisa.

Daniel Fidalgo: "I´m only human, after all" versão irritante….

Diogo Canudo: Mais outro diamante de Thomas G:Son. Mas este homem não pára?

Elizabete Cruz: Nem para arranjar uma expressão decente esta música serve!

Jessica Mendes: "let me be your gravity" ou "deixa-me ser a razão pela qual cais"… que romântico!

Joana Raimundo: Quando o Chipre vai só por ir e nem se esforça.

Neuza Ferreira: Vai ser injustiçado só porque é o Chipre.


1.º Azerbaijão - 77 pontos; 2.º Portugal - 77 pontos; 3.º Finlândia - 68 pontos; 4.º Suécia - 65 pontos; 5.º Bélgica - 63 pontos; 6.º Arménia - 60 pontos; 7.º Austrália - 60 pontos; 8.º Albânia - 56 pontos; 9 Geórgia - 46 pontos; 10 Montenegro - 41 pontos; 11.º Chipre - 32 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest

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