Apreciações Musicais - ESC 2017: Áustria



NATHAN TRENT - "RUNNING ON AIR"


André Sousa: Esta música da Áustria é uma lufada de ar fresco para tantas músicas estranhas que há este ano. Pode não ser uma música memorável, capaz de lutar pelos primeiros lugares, mas anima qualquer telespectador!

Andreia Valente: Demasiado simples. Demasiado acústico. Sem clímax. Facilmente esquecível.

Catarina Gouveia: Cada vez mais me convenço de que Conchita foi um milagre que apareceu na Áustria, porque tudo o resto que levam à Eurovisão é sem sal, aborrecido e previsível. “Running on air” é mais uma delas, e tem um estilo que eu simplesmente não gosto. 

Daniel Fidalgo: Estou farto deste tipo de instrumentais a passar nas rádios. Mas parece que vou ter que ouvir o género na Eurovisão. Mentira, eu vou ao WC durante a atuação da Áustria. 

Diogo Canudo: No meio de tanta música com baixa qualidade, “Running On Air” é uma lufada de ar fresco, bastante animada e divertida, e boa onda. Apesar de não ser fenomenal e de poder fazer perfeitamente parte de uma série juvenil da TVI, não desilude.

Elizabete Cruz: Apesar de ser algo calmo, este instrumental transmite uma onda muito positiva. Com certeza é algo muito agradável de se ouvir.

Jessica Mendes: Lembra-me Jason Mraz. É uma música bonita daquelas que é impossível odiar. Consigo facilmente imaginá-la na rádio a toda a hora.

Joana Raimundo: É engraçadito, adoro este vibe assim mais para o acústico. 

Neuza Ferreira: É tão relaxante, tal como a voz do Nathan. Tudo parece perfeito neste instrumental. Diferencia-se dos outros presentes na mesma semi final.


André Sousa: Nathan Trent tem uma voz angelical, bastante bonita por sinal, o que acaba por não ser tão normal em cantores do sexo masculino. Apesar de não ser extraordinária, penso que irá fazer um bom trabalho vocal! 

Andreia Valente: Nathan Trent é um vocalista medíocre.

Catarina Gouveia: Voz típica deste género de canções, muito a lembrar Adam Levine e Jason Mraz. 

Daniel Fidalgo: O único aspeto positivo. A voz é muito bonita. Merecia algo melhor sem dúvida. 

Diogo Canudo: Não conheço a voz de Nathan Trent ao vivo, no entanto não me parece que tenha dificuldades em cantá-la. Por acaso é uma música que puxa um pouco pela voz, principalmente nos agudos. Curioso para ouvir Nathan a brilhar.

Elizabete Cruz: Nathan Trent não tem nenhum vozeirão mas o seu timbre encaixa-se naquilo que a música transmite.

Jessica Mendes: Apesar da voz fininha, da qual eu não sou grande fã, adequa-se bastante bem ao tema. 

Joana Raimundo: Acho a voz do Nathan super interessante, é suave, e meio que nos adormece, mas no bom sentido. É peculiar. 

Neuza Ferreira: Timbre um pouco banal, mas dá gosto de ouvir. É bastante suave, molodioso e relaxante.


André Sousa: Não conheço nenhuma atuação de Nathan, no entanto espero uma atuação bem descontraída, animada e bastante positiva. É o mínimo que esta canção merece!

Andreia Valente: Vai ser muito complicado criar uma apresentação cativante para acompanhar esta música, mas, por amor ao Senhor, espero que não metam o rapaz à frente do palco com uma guitarra à Tom Dice!

Catarina Gouveia: Se ele não tiver uma guitarra em palco será completamente inovador, groundbreaking e escandaloso.

Daniel Fidalgo: Só o cantor e a guitarra… e umas luzes para ver se conseguem levar o tema à final.  

Diogo Canudo: Não faço a mínima ideia de como a Áustria pode levará esta música em palco, mas espero boa disposição e muita alegria!

Elizabete Cruz: Não espero que vá sair daqui algo surpreendente, mas é esperar para ver.

Jessica Mendes: Não imagino mais que o cantor em palco. Mas o que é que se pode fazer mais?

Joana Raimundo: Acho que vamos ver uma atuação bastante fofinha que vai ser capaz de convencer muitos corações! 

Neuza Ferreira: Espero que seja algo simples. Nada de exageros. Sinceramente, não consigo prever como irá ser o espetaculo em palco, mas espero que sejam geniais e que não estraguem tudo.


André Sousa: Gosto da letra. É uma letra inspiradora, motivacional, que leva a que o espectador não perca a esperança em relação a muitos aspectos da sua vida! 

Andreia Valente: Quantas dezenas de canções na Eurovisão têm exatamente o mesmo tema: afirmação de carácter? Mais visto que isto, só mesmo uma letra de Kumbaya à volta da fogueira.

Catarina Gouveia: Digamos que é a fórmula que resulta sempre no festival, onde se faz uma letra encorajadora e se diz que todos os problemas são passageiros e facilmente ultrapassáveis.

Daniel Fidalgo: Para um país que apostou no francês no ano passado, ouvir este ano um inglês banal é um balde de água fria. 

Diogo Canudo: Uma letra de esperança e de persistência, que combina perfeitamente com o estilo da música. Não podemos desistir dos nossos sonhos e sempre irmos em frente. É cliché, mas é um cliché bom.

Elizabete Cruz: A letra é só mais uma confirmação daquilo que a voz e o instrumental passam: a boa onda e o positivismo está todo lá!

Jessica Mendes: À semelhança da música, também a letra é bonita e a mensagem de “vais conseguir” encaixa que nem uma luva no instrumental.

Joana Raimundo: Acho que a letra é o que menos gosto, o correr pelo o ar não me convenceu. 

Neuza Ferreira: Bonita e adequada ao instrumental. Assenta extraordinariamente bem na voz do cantor.


André Sousa: Merece ir à final!

Andreia Valente: Há uma possibilidade desta música ter um enorme sucesso na rádio europeia mas, na Eurovisão, não prevejo um lugar na final.

Catarina Gouveia: Julgo que pode passar à final por ser um estilo radio friendly, mas caso isso aconteça deverá ficar bem lá para baixo na tabela.

Daniel Fidalgo: Fica pela semifinal.

Diogo Canudo: Deve ir à final. Pode não ser fantástica, mas não deixa de ser uma boa música. 

Elizabete Cruz: A música merece a final, mas veremos.

Jessica Mendes: Primeira metade da tabela para a Áustria.

Joana Raimundo: Não penso que seja suficiente para ir à final, mas, depois da Zöe no ano passado, a passagem da Áustria à final não me iria surpreender. 

Neuza Ferreira: Top 10.


André Sousa: 10 pontos.

Andreia Valente: 4 pontos.

Catarina Gouveia: 3 pontos.

Daniel Fidalgo: 2 pontos.

Diogo Canudo: 5 pontos.

Elizabete Cruz: 5 pontos.

Jessica Mendes: 7 pontos.

Joana Raimundo: 5 pontos.

Neuza Ferreira: 8 pontos.

Total: 49 pontos.


André Sousa: A música com melhor alto astral deste ano!

Andreia Valente: O fetiche ruivo já está a passar dos limites!

Catarina Gouveia: Mais uma música digna de passar 100 vezes por dia na RFM.

Daniel Fidalgo: Sai daqui, Ed Sheeran! 

Diogo Canudo: Eis o James Mraz eurovisivo!

Elizabete Cruz: Esperemos que tanto positivismo não seja demais!

Jessica Mendes: Correr no ar? Eu chamo a isso voar…

Joana Raimundo: O Nathan Trent é um excelente wannabe do Ed Sheeran!

Neuza Ferreira: Finalmente algo mais austríaco!


1.º Azerbaijão - 77 pontos; 2.º Portugal - 77 pontos; 3.º Finlândia - 68 pontos; 4.º Polónia - 65 pontos; 5.º Suécia - 65 pontos; 6.º Bélgica - 63 pontos; 7.º Arménia - 60 pontos; 8.º Austrália - 60 pontos; 9.º Islândia - 59 pontos; 10.º Albânia - 56 pontos; 11.º Áustria - 49 pontos; 12 Geórgia - 46 pontos; 13 Moldávia - 45 pontos; 14 Montenegro - 41 pontos; 15.º Grécia - 37 pontos; 16.º Chipre - 32 pontos; 17.º República Checa - 30 pontos; 18.º Letónia - 29 pontos; 19.º Eslovénia - 14 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest

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