EBU: novas regras para futuras edições do ESC


A EBU enviou um documento a todas as emissoras com algumas mudanças de regras que foram aprovadas pelo Grupo de Referência no passado mês de junho.

A ARD, emissora alemã, partilhou parte dessas novas regras que, em grande parte, resultam de acontecimentos adversos que surgiram este ano. A nível de organização do ESC, haverá uma maior controlo por parte da EBU com uma calendarização mais apertada. Decorrente do atraso que se verificou na organização do ESC 2017 a EBU impõe agora que as datas sejam seguidas à risca sob pena de a emissora poder perder o direito de organização do evento.

No documento insiste-se novamente nas questões políticas, com a EBU a destacar o facto de a emissora não poder escolher nenhum artista que tenha intenções de levar ao palco eurovisivo uma qualquer letra ou coreografia de cariz político. Depois da crise despoletada pelo afastamento do Rússia do ESC 2017, a EBU decidiu aplicar uma nova regra que diz: "nem o artista selecionado nem nenhum membro da delegação deverá ter antecedentes que levem a que as autoridades do país organizador lhe neguem o acesso a este".

Outro ponto importante é aquele que se refere aos jurados. Depois de vários episódios em que Arménia e Azerbaijão acabam no último lugar da votação do júri do país contrário (e que, este ano, envolveram também o Chipre devido à ascendência de Hovig) e do curioso caso que se passou este ano em que os júris português e búlgaro não se pontuaram um ao outro nem à Itália, há novas regras. Assim sendo, nenhum membro do júri poderá ter qualquer ligação com uma das músicas ou artistas participantes. Além disso, os jurados não poderão revelar qualquer tipo de opinião sobre as músicas a concurso como aconteceu este ano com Per Sundnes que acabou por ser retirado do júri norueguês depois de fazer comentários negativos sobre a canção irlandesa.

Fonte: eurovoix/Imagem: eurovisionworld




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