Apreciações Musicais - ESC 2018: Ucrânia



MÉLOVIN - "Under The Ladder"



André Sousa: Acho que este ano a Ucrânia está muito bem representada. Com uma sonoridade muito atual e muito tecnológica, a composição consegue, assim, destacar-se entre muitas que se apresentam em competição. Sinceramente, acho que foi uma óptima escolha deste país. 

Andreia Valente: : A progressão dinâmica de “Under The Ladder” é arriscada e genial. Adoro os 14 segundos de piano acústico para realçar o clímax da canção. 

Catarina Gouveia: Custa a acreditar que o meu país favorito na Eurovisão escolheu uma música que não gosto. “Under The Ladder” é uma canção para as massas, e a Ucrânia sempre me habituou às suas propostas diferentes e arrojadas. Desilusão.

Daniel Fidalgo: Um tema pop, que vai crescendo ao longo da canção, onde se dá uma grande ênfase às sonoridades contagiantes de um piano. Não chega a ser um hino das pistas de dança, mas também não é uma balada pop. A canção vai crescendo em partes obscuras e culmina num refrão viciante e muito bem pensado. 

Diogo Canudo: “Under The Ladder” é um pop irreverente e alternativo, com um instrumental elaborado e portentoso – principalmente na parte final do tema. É das músicas mais bem trabalhadas que a Ucrânia tem levado nos últimos anos, o que me deixa muito feliz.

Elizabete Cruz: Apesar de não considerar este um instrumental muito original, ele é com certeza forte. Ouve-se bem e acaba por ganhar um pouco mais de personalidade na parte do piano. Foi daqueles casos que gostei à primeira audição.

Jessica Mendes: Nada de novo. É aquela popada de que ninguém se vai lembrar daqui a um ano. O refrão até é promissor mas eis que depois resulta num monte de “ohohohoh” dignos de quem não sabe o que escrever mais. 

João Vermelho: Este instrumental é incrível, gosto imenso da loucura que o instrumental transmite, gosto muito!

Neuza Ferreira: É um instrumental bastante moderno. Mais uma masterpiece apresentada por parte da Ucrânia, diga-se de passagem.

Patrícia Leite: É impressão minha ou a Ucrânia está de volta aos primeiros lugares da tabela? Este instrumental é muito forte. Tão forte que não consigo parar de ouvir! E então aquele piano a solo no meio está demais! Muito bem, Ucrânia!

Pedro Anselmo: Acho o instrumental bastante moderno e criativo. Um tema que agradará ao ouvido de muita gente.

Pedro Lopes: Só aprecio mais o instrumental mesmo na parte em que a música está nos seus momentos mais ritmados, e sobretudo perto do final…,mas adoro o destaque do piano, como seria de esperar. De resto, não é má.

Tiago Lopes: Uma música mexida, em que o som do piano sobressaí. Cativa, mas não é nada estrondoso. 


André Sousa: O intérprete tem uma boa dinâmica de voz. Bastante afinado e com facilidade a alcançar notas mais altas, este tema só valorizou, e muito, pela pessoa que o canta e como canta. 

Andreia Valente: Mélovin tem uma voz segura, feita para grandes multidões. Ele é a aposta perfeita, de facto.

Catarina Gouveia: Vou supor que a fan base intensa que ele tem se deve à sua boa voz, porque é a única coisa boa que vejo no pacote completo.

Daniel Fidalgo: Envolvente, bem colocada, trabalhada e encaixa na perfeição em “Under The Ladder”. 

Diogo Canudo: Mélovin tem uma voz bastante característica e que não apresenta quaisquer tipos de falhas. Pode não ser a voz mais límpida e bonita, mas o arranhar que canta, nas partes mais exigentes da canção, deixa qualquer um KO. 

Elizabete Cruz: Mélovin tem uma excelente voz que ajuda muito nesta música. Ele com certeza ajuda a que a música se destaque.

Jessica Mendes: Ele canta bastante melhor do que eu esperava e é competente na música em questão.

João Vermelho: Acho que o Mélovin pode melhorar vocalmente até maio, mas gosto muito do timbre dele!

Neuza Ferreira: Que voz tão aprazível, limpa e harmoniosa. Estou encantada.

Patrícia Leite: A voz está como o instrumental: espetacular! Segura e poderosa. Adoro os backing vocals. Tornam a música ainda mais poderosa! Pena que o inglês do cantor não seja o melhor. 

Pedro Anselmo: A voz não me parece mal, mas precisa de melhorar a pronúncia que é no que falha mais.

Pedro Lopes: É indiscutível que o Mélovin tem um excelente poder vocal. Apesar de não estar, de todo, dentro das minhas propostas favoritas, há que admitir que o cantor vai estar preparado para arrasar no palco de Lisboa.

Tiago Lopes: A voz não parece nada demais, mas dá para interpretar esta música. 





André Sousa: Não há muito mais a fazer em palco, basta apresentarem aquilo que foi feito na final nacional.

Andreia Valente: Nota-se que o Mélovin traz a experiência todas nas costas. Um grande performer, com uma pitada de dramatismo e outra pitada de ego. Bem temperado, por fim.

Catarina Gouveia: Mélovin é um try hard agressivo. Não dou um cêntimo pela banha da cobra que ele tenta vender.

Daniel Fidalgo: A atuação na final nacional ucraniana foi das mais bem executadas de todas as finais nacionais europeias. Desde a iluminação, que vai aumentando de intensidade ao longo da canção, passando pela excelente presença de palco de Mélovin e acabando no piano ardente, há muito pouco a alterar na atuação eurovisiva. Para além disto, o cantor tem muito carisma em palco. 

Diogo Canudo: Um monstro de palco. Acredito que a atuação ainda vá ser melhorada, mas a forma como Mélovin comunica com as câmaras, em cima do palco ou perto do piano, é completamente atrofiante e arrepiante. A Ucrânia apresenta sempre a melhor performance em palco, acredito que este ano voltem a mostrar aquilo que valham.

Elizabete Cruz: A música tem uma certa vibe misteriosa em alguns momentos e o staging com certeza capta essa sensação, já para não falar de Mélovin, que tem um dos visuais mais interessantes e misteriosos do ano. Mélovin com certeza sabe estar em palco e tornar a música em algo muito melhor. E a parte das escadas a pegar fogo? Adoro! A única coisa dispensável era mesmo a dança de braços no ar.

Jessica Mendes: Ponto 1: não usava aquela roupa nem para andar em casa. Ponto 2: toda a gente sabe que não estás a tocar piano, para quê esse show off?

João Vermelho: A atuação na final nacional foi incrível espero que não mudem muito, por mim não mudava nada.

Neuza Ferreira: Que o espetáculo que foi feito na final nacional se repita no palco eurovisivo. Fenomenal! 

Patrícia Leite: A presença de palco é seguríssima! É como se estivesse em casa a cantar e a dançar. As luzes, a armação perto dele a arder, o piano. Dá a ideia de perigo e segurança ao mesmo tempo! Adorei! Parece que a Ucrânia quer voltar a sediar o evento!

Pedro Anselmo: Para uma canção com esta energia, precisa de se mexer mais e não é só mexer os braços. Tem tudo para fazer uma actuação excelente e dinâmica no ESC. Que aproveite isso.

Pedro Lopes: É notável a força que Mélovin entrega nas suas atuações ao vivo. Muitas canções eurovisivas acabam por ganhar bastante mais crédito por isso mesmo. E ele é um verdadeiro animal de palco!

Tiago Lopes: A Ucrânia costuma apresentar boas produções no palco da Eurovisão e juntando ao à vontade do Mélovin, irá sair algo cativante.


André Sousa: Gosto sempre muito das letras que são apresentadas por este intérprete. Têm sempre mensagens fortes e cativantes. 

Andreia Valente: A letra importa pouco porque ninguém vai perceber que ele não está a cantar em ucraniano. 

Catarina Gouveia: Decidiram fazer um throwback da língua tártara da Crimeia usada por Jamala? Ucraniano não é, inglês muito menos. Fica a questão no ar.

Daniel Fidalgo: Soa a uma premonição, a algo obscuro. Pena não ser em ucraniano, mas tendo em conta a canção bastante radiofónica, até percebo a decisão.  

Diogo Canudo: “Under The Ladder” apresenta uma das letras mais trabalhadas do ano. Conta a história de algo que está a acontecer na vida do cantor, e que isso é carregado de julgamentos. No entanto, para os mesmos se acabarem, tem de ser tomada uma decisão para que o cantor prossiga a sua vida. Penso que todos se identificam com esta letra, pois todos já passaram por obstáculos na vida.

Elizabete Cruz: Sem ler a letra, a primeira coisa que chama a atenção é o facto de Mélovin ter inventado uma nova língua prima do inglês, mas que claramente não é inglês. Após ler a letra, achei interessante a analogia com o passar debaixo da escada, que nas superstições é algo que traz azar, mas que neste caso é visto como um desafio ao destino para tornar as coisas melhores, porque se não tivermos um certo atrevimento nada vai mudar.

Jessica Mendes: Procurei em toda a internet uma tradução desta música mas, ao que parece, ninguém conhece a língua em que Mélovin canta.

João Vermelho: A letra é um pouco genérica é certo, porém a construção melódica é muito boa e a letra fica facilmente na cabeça.

Neuza Ferreira: É capaz de ser um pouco banal, mas quem é que não gosta de uma excelente banalidade?!

Patrícia Leite: A letra fala da importância de saber tomar decisões importantes. Algo necessário nos dias de hoje. 

Pedro Anselmo: A letra disto poderia ser melhor, mas há piores por aí.

Pedro Lopes: É normal se eu só gostar da parte em que ele diz “oooh-oh-ohh-ooh-ooooooh, yeah”? Mas a letra não é má de todo, apesar de não lhe destacar nenhum elemento assim de muito especial.

Tiago Lopes: Escreveu-se umas frases e repetiu-se ao longo da música, boring.


André Sousa: Um bom resultado na final deste ano. 

Andreia Valente: Prevejo um top 10 confortável para a Ucrânia.

Catarina Gouveia: Apesar de merecer um resultado O.Torvald, terá algo do género Alyosha ou Gaitana.

Daniel Fidalgo: Espero que a Ucrânia conquiste mais um top 5. É mais do que merecido ver o meu país favorito na Eurovisão a triunfar mais uma vez. 

Diogo Canudo: Para mim, um top 5 fácil.

Elizabete Cruz: A Ucrânia vai facilmente conseguir um top 10.

Jessica Mendes: Primeira metade da tabela.

João Vermelho: Acredito num top 15 na final.

Neuza Ferreira: Top 10.

Patrícia Leite: Top

Pedro Anselmo: Conseguirá top 15 se dinamizar a sua actuação, tem tudo para isso.

Pedro Lopes: Passa à final, a verdade é que a segunda semifinal também não é das mais fortes, e a música vai-se destacar…

Tiago Lopes: Passagem imprevisível. 





André Sousa: 8 pontos.

Andreia Valente: 10 pontos.

Catarina Gouveia: 2 pontos.

Daniel Fidalgo: 12 pontos.

Diogo Canudo: 12 pontos.

Elizabete Cruz: 8 pontos.

Jessica Mendes: 6 pontos.

João Vermelho: 10 pontos.

Neuza Ferreira: 10 pontos.

Patrícia Leite: 12 pontos.

Pedro Anselmo: 8 pontos.

Pedro Lopes: 6 pontos.

Tiago Lopes: 6 pontos.

Total: 110 pontos


André Sousa: Finalmente estou a ver o Mélovin a representar a Ucrânia!

Andreia Valente: Star quality. 

Catarina Gouveia: Dizem que passar por baixo de um escadote dá azar e eu espero sinceramente que isso seja verdade.

Daniel Fidalgo: Tayanna, para o ano há mais!

Diogo Canudo: Uma das músicas que mais os fãs se vão lembrar daqui a uns anos que a Eurovisão 2018 tinha.

Elizabete Cruz: Com a especialização do Mélovin em dança de braços, mal posso esperar por vê-lo dançar a música de Israel.

Jessica Mendes: Logo no início ouve-se um “won’t get any better” que faz todo o sentido quando continuamos a ouvir a música.

João Vermelho: A Ucrânia vai subir alto na escada eurovisiva este ano.

Neuza Ferreira:  “Fire lasts forever”. Esta música é que devia durar para sempre.

Patrícia Leite: A Ucrânia quer subir a escada da vitória outra vez.

Pedro Anselmo: Se for supersticioso e se quiser um bom resultado, que não passe debaixo da escada.

Pedro Lopes: Se o Mélovin parar de olhar para mim com aquele ar meio assustador, ainda pondero subir a pontuação! 

Tiago Lopes: Subir as escadas para o flop.


1.º Estónia - 144 pontos; 2.º Finlândia - 117 pontos; 3.º Bélgica - 115 pontos;  4.º Israel - 112 pontos; 5.º Ucrânia - 110 pontos; 6.º Áustria - 107 pontos; 7.º Dinamarca - 106 pontos; 8.º Bulgária - 105 pontos; 9.º Grécia - 103 pontos; 10.º Arménia - 100 pontos; 11.º Suécia - 91 pontos; 12.º Holanda - 88 pontos; 13.º República Checa - 86 pontos; 14.º Suíça - 83 pontos; 15.º Austrália - 82 pontos; 16.º Hungria - 81 pontos; 17.º Noruega - 79 pontos; 18.º Lituânia - 77 pontos; 19.º Albânia - 76 pontos; 20.º Chipre - 75 pontos; 21.º Letónia - 75 pontos; 22.º Montenegro - 73 pontos; 23.º Macedónia - 70 pontos; 24.º Azerbaijão - 69 pontos; 25.º Sérvia - 68 pontos; 26.º Croácia - 66 pontos; 27.º Roménia - 65 pontos; 28.º Irlanda - 61 pontos; 29.º Polónia - 61 pontos; 30.º Malta - 60 pontos; 31.º Eslovénia - 57 pontos; 32 Rússia - 56 pontos; 33.º Geórgia - 49 pontos; 34.º Bielorrússia - 48 pontos; 35.º Moldávia - 43 pontos; 36.º São Marino - 42 pontos; 37 Islândia - 31 pontos. 


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